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Conheça o vencedor da nossa primeira Enquete.

A gente ficou devendo essa né. Mas não esquecemos não. Lembra da nossa enquete? Aquela que perguntava sobre a nacionalidade do Julio Iglesias. Pois bem, o ganhador é o Fernando Innecco, de Niterói – RJ. Pois ele respondeu primeiro que todo mundo que o cantor nasceu na Espanha. Parabéns Fernandooooo!!!

Tá vendo? Vocês também podem ganhar um prêmio surpresa. Basta ficar de olho no Mov.E.

Saiba mais da enquete aqui.

O vencedor.

O vencedor.

O prêmio

O prêmio


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Chegou a sexta e mais um final de semana cheio de possibilidades.

Pois é, minha gente. Já faz um tempinho que não coloco as dicas do findi. Mas dessa vez não vou vacilar. Tem muita coisa boa para se fazer. Pode acreditar. Basta vocês tomarem coragem de sair nessa friaca e encarar a náite mais desejada da semana. Porque com certeza todo mundo adoooooora saber que depois de sexta, vem o sábado para dormir até mais tarde. Ou, chegar da noitada de sexta. Ui! Já fiz muito isso.

Bem, vamos se jogar?

1 – Meus queridos, hoje rola no Circo Voador, sempre ele, o show de uma banda mara chamada Songoro Cosongo, lançando o seu Cd Psicotropical Musik Vol II. E junto com eles, vai rolar uma exposição fotográfica Sogoro Comusik, com a talentosa fotógrafa, Bruna Prado. Aliás, essa exposição vai rodar o Brasil e o mundo, onde quer que o Songô esteja fazendo turnê. São imagens que fazem um retrospectiva aos 4 anos acompanhando o “sincretismo musical latino-americano” do grupo. Gente, o lançamento do site deles foi incrível. Desenvolvido pela aTribo2p Comunicação, o grupo desceu as ladeiras de Santa Teresa com seu bloco de rua, promovendo o novo site e ao mesmo tempo esquentando o carnaval fora de época do Rio. Vai perder?

2 – Eu não acredito que você vai ficar este final de semana em casa assistindo “A fazenda”. Faça-me o favor. Ô lôco, meu. Cheio de coisa legal pra fazer. No sábado por exemplo, tem o som inovador da Orquestra Contemporânea de Olinda, que fará duas apresentações na CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111) nos dias 20 e 21 de junho. E olha só, acho que o lance é 0800. De graça.

3 – Tá de bob na terra da garoa? E ainda foi um dos sortudos a ganhar um convite Vip. Isso mesmo. V-I-P (é vipê mesmo), para freqüentar um dos muitos lounges do SPFW. Então vá pra lá também. É curtição de um jeito diferente, e se você curte moda, inspiração é o que não vai faltar.

4 – Como disse em posts anteriores, nesse findi estarei investigando mais casos da famosa frase “O amor é importante porra”. Tudo isso durante o meu trajéto até o barzinho combinado, a balada combinada, e sabe-se lá o que mais combinado. Até porque tudo pode mudar na última hora. Mas as fotos vão registrar tudo. Ops, quase tudo. Rs

5 – Sabe como é o Rio né. Não importa a estação do ano que todo mundo dá um jeito de se divertir. Principalmente neste inverno esquisitíssimo que nem começou, mas já exibiu o seu cartão de visitas. E pra quem curte aquela festa junina, vai rolar o Roça In Rio e o Arraial com o Monobloco no Morro da Urca. O mais interessante é que este último coloca o povo para dançar quadrilha, usar roupas típicas e tudo mais que tem direito.

6 – Bom, por hoje é só pessoal.


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Eu sinto que vai bombar na náite.

Pacha_Subliminal_Sessions_Erick_Morillo

Gente, por falar em música, tenho ouvido ultimamente uns sons por aí que me deixaram viciada. Assim como estou apaixonada pelo Deadmau5, as duas que colocarei agora com certeza vão estremecer as pistas ou o seu Mp3 Player. É por isso que não resisti e resolvi compartilhar com vocês. Fazer o que né. Vício é vício.

O primeiro deles é do Dj Kid Kaio, que eu acho ser dos Países Baixos. Fiquei maluca e com a cabecinha balançando de tanto querer dança dentro do trabalho. E olha que as vezes eu faço isso. Rs

Já o segundo é o Bassjackers, que eu ainda não descobri de onde são, mas suspeitando que vieram da Alemanha. Sei lá. Vamos ver. A sua faixa, chamada Sujo, hipnotiza os mais pernas-de-pau que eu já vi nas pista. Confere aê.

Kid Kaio – Tricky Traps
Site aqui
Myspace aqui


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Bassjackers – Sujo
Site aqui
Myspace aqui

Obs.: detalhe, nos links dá pra fazer download da música, e com boa qualidade.


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E viva a liberdade de expressão!

E viva a liberdade de expressão!

Essa foi a forma como o músico, Tico Santa Cruz, encontrou para dizer o que pensa. Parabéns Tico! Que ousadia!

ticoprotesto

Para saber mais sobre o protesto, o link do blog dele está aqui.


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Nem te conto como foi nas Caldeiras. Mentira, conto agora. rs

Casa das Caldeiras. O local da grande festa.

Casa das Caldeiras. O local da grande festa.

Por que demorei tanto para falar do C.U.R.T.A aqui? Na verdade, este evento só acontece uma vez por mês e tirar fotos do local não é uma tarefa muito fácil para quem anda com um celular de apenas 2 Megapixels, acho eu. Mas pode ter a certeza, as vezes fazemos milagres para registrarmos as festas que freqüentamos. Santo Photoshop Batman! Se não fosse por esses recursos, nem a frase do momento (“O amor é importante porra!”) estaria aqui.

Bom, mas deixando a parte da logística de lado, vamos ao C.U.R.T.A do dia 16. Estivemos por lá, nesta última edição. Chegamos mais cedo dessa vez e conseguimos pegar o finalzinho dos filmes. O mais bacana foi ver que a galera vai de cabeça mesmo nos curtas apresentados. Rola até um silêncio. E eu que pensei que a galera já chegava chegando para dança e beber cachaça, que nada. O povo chega chegando de cabeça nos filmes. A banda convidade abriu o evento, não foi como na edição passada, por tanto, perdemos a banda.

Agora vou te dizer, quando a cachaça foi liberada e o Dj Tutu esquentou as pickups, ui! O povo se jogou de vez, assim como a gente. Não vou negar que eu já cheguei no recinto com a cabecinha balançando. Acho que tem um dj imaginário na minha mente e por isso já vou memorizando as músicas. Mas voltando à festa, enquanto o Dj comandava o som, que aliás deu uma desandada a uma certa altura da festa (vamos combinar), o povo podia também fazer suas incursões nos famosos túneis das Caldeiras, no qual nesta edição, ganharam projeções em suas paredes.

Agora, fiquem com algumas fotos e vejam o que vocês perderam da edição anterior. Até porque, a cada edição tem uma decoração diferente. E nem sei o que esperar da próxima. Só sei que quero muito estar lá.

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“O amor é importante, porra.” Quem teve essa idéia brilhante?

Era um daqueles dias chuvosos em Sampa, quando eu caminhava com amigos pela Augusta e pelas ruas adjacentes. Já tinha visto essa mensagem em outro lugar, na Vila Madá e na Francisco Matarazzo, mas parece que agora ela me persegue por todo canto que passo, nas ruas da terra da garoa. A mensagem da Francisco Matarazzo por exemplo foi a caminho da festa C.U.R.T.A., que bombou ontem a noite e este assunto merece um post exclusivo.

Bem, mas voltando as mensagens, o negócio é o seguinte: ainda não sei do que se trata mas muita gente tem se perguntado, assimo como todos nós do Mov.E., a respeito da curiosa frase “O amor é importante porra”. Me desculpem pelo palavrão, mas foi a mensagem, assim mesmo, nua e crua, que eu encontrei numa caixa de força no cruzamente entre a boêmia Rua Augusta e a Rua Luis alguma coisa. Esqueci o nome agora.

Frase encontrada entre a Rua Augusta e a Luis Coelho, Sampa.

Frase encontrada entre a Rua Augusta e a Luis Coelho, Sampa.

Essa frase é tão curiosa, que ela me remeteu ao casal igualmente curioso do Mov.E.: Penélope e Aníbal. Pois foi nestas ruas, que sem querer (será?), eu peguei aqueles dois correndo atrás do tempo perdido. É, queridos leitores, isso mesmo. Tô falando sério. É por isso que eu concordo, e muito, com essa frase. Mas se você souber quem está por trás disso, por favor, comunique para a nossa central. Estamos loucos, ansiosos, para saber quem é a poetiza ou poeta, responsável por esta revolução silenciosa que assola os muros de São Paulo. Bom, enquanto a resposta não vem, eu vou ficar pelas ruas mesmo, fuçando todas as coisas estranhas e malucas para trazer para vocês aqui. Então, vamos nos falando, blê?

1ª frase encontrada pelo Mov.E., numa casa na Vila Madalena, Sampa.

1ª frase encontrada pelo Mov.E., numa casa na Vila Madalena, Sampa.

Obs.: Pessoal, só não reparem na qualidade da foto. Como disse antes, elas foram tiradas a noite e pelo celular. Por isso, rolou aquele retoque no Photoshop básico.

Outros links sobre o caso:

Link 1

Link 2


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Cadê meu Panamá?

panamaQuem acha que as coisa não são como antigamente é porque não conhece esta loja que encontrei no Rio. Logo ali, na zona portuária, próximo à Praça Mauá. Aliás, esta região está recebendo uma certa atenção (até que enfim), assim como a Lapa, e seus belíssimos prédios antigos estão sendo restaurados.

É possível encontrar hoje excelentes restaurantes, danceterias famosas e diversos eventos atuais. A única coisa que não é atual ali e é ótimo por isso mesmo é a loja do seu Almir. Conheci este senhor através dos amigos, que o indicaram pela sua delicadeza em fazer o famoso chapéu Panamá, ainda pelo método artesanal. Esse chapéu por exemplo, também é antigo, mas como vivemos num momento nostálgico, tudo que foi bom volta novamente.

A loja do seu Almir, por outro lado, não precisou voltar. Ela sempre esteve ali desde 1880. E o estabelecimento passou de avô para pai, e depois de pai para filho. No velho estilinho “filho de peixe peixinho é”. Nossa! Todo mundo que lê o Mov.E., até mesmo o Seu Almir, era pó nessa época. Mas a memória deste senhor continua vivíssima até hoje. Nosso papo, apesar de curto, me fez perceber que não basta fazer uma visita àquela loja. Só indo muitas vezes para absorver a quantidade de histórias que ele tem para contar sobre a Chapelaria Porto Ltda. E a vida do próprio dono, o Seu Almir, que deve ter assunto suficiente para mais de 100 posts aqui.

A Chapelaria Porto é muito conhecida, pois ela foi responsável por confeccionar chapéu de gente famosa, como Ze Keti. O Seu Almir falou com muito orgulho: “Meu pai que fez o chapéu que o Zé Keti usa”. Vocês tinham que ver o rosto de satisfação daquele homem ao contar aquilo. Sensacional! Mas a pequena loja não pára por aí. Lá eu vi cartola e outros modelos que só se encontram em baile à fantasia ou carnaval. Vale a pena conferir.

Agora, os malandros cariocas de antigamente, já têm os seus herdeiros da atualidade espalhados em gente descolada que anda pela cidade e pelo mundo. Pois até a Carla Bruni, como diria nosso ilustríssimo e falecido Jamelão, ficou igual a “pinto no lixo” quando colocou o chapéu. Eu já garanti o meu. Agora é que a malandragem carioca vai continuar viva como nunca.

Seu Almir todo orgulho na foto do Mov.E.

Seu Almir todo orgulhoso na foto do Mov.E.

Chapelaria Porto. Desde 1880 fazendo a cabeça da malandragem carioca.

Chapelaria Porto. Desde 1880 fazendo a cabeça da malandragem carioca.

Olha quantos modelos.

Olha quanto modelo diferente.

O chapéu Panamá invadindo o mundo.

O chapéu Panamá invadindo o mundo.

Ops! O endereço da loja está aqui:

Rua Senador Pompeu, 114 – loja 3 – sobrado – Rio de Janeiro – RJ (perto do Hospital dos Servidores)

Tel.: (21) 2253-9605