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55 mil hits! Viva o Mov.E.!

Tudo aconteceu muito rápido. De repente, quando toda a equipe do Mov.E. foi verificar a estatística do blog, o lance simplesmente disparou em visitas. Isso é culpa sua, estimado leitor. Foi você, que retuitou, compartilhou, falou para os amigos, espalhou pelo Facebook, Orkut e congêneres sobre a gente. E isso ocasiou o que? Chegamos aos 55 mil hits no dia 25 de março de 2011.

Isso tudo merece uma comemoração. Faz assim: abre uma cervejinha daí que a gente recheia os nossos copos daqui do QG. Fazemos um tin tin por telepatia. Porque você sabe, estamos conectados até mentalmente. Você mentaliza coisas boas daí que a gente faz o mesmo daqui. E pra gente dançar para comemorar este feito tão especial, nada melhor do que música. Para os seus e os nossos ouvidos, para o seu corpo e os nossos corpos, pois todo mundo vai dançar bonito. E aguarde que teremos novidades aqui hein. Um brinde.

55 mil

É ducaaaaaaaa!!!

Viva o Mov.E.!!!

3 de fevereiro de 2009 (5 mil hits)

18 de maio de 2009 (10 mil hits)

27 de agosto de 2009 (15 mil hits)

13 de novembro de 2009 (20 mil hits)

Data desconhecida por enquanto (25 mil hits)

19 de abril de 2010 (30 mil hits)

17 de junho de 2010 (35 mil hits)

14 de agosto de 2010 (40 mil hits)

Data desconhecida por enquanto (45 mil hits)

14 de fevereiro de 2011 (50 mil hits)

25 de março de 2011 (55 mil hits)

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O passado sussurrou no meu ouvido – mar/ 2011.

É meu povo. Estamos aqui de volta com mais um bloco “O passado sussurrou no meu ouvido”. Que é do mês de março e por isso está atrasadinho… para este mês de março… Peraí, tu ainda não conhece esse bloco? Sem problemas que aqui a gente explica. Saca coisa velha? Roupa com cheiro de mofo, nafitalina, com direito a traças e tudo mais? É mais ou menos isso. A gente ressuscita música desse naipe. Aquelas velharias que chegaram ao topo ou que não saiam do seu ouvido num passado bem remoto. Mas “o passado sussurrou no meu ouvido” não é déspota como você pensa, a gente aceita sugestões também. Basta que você nos enviar o link da música, falar um pouco sobre ela e o artista, que você vira a estrela desse nosso bloco.

Bom, o grupo de hoje é o B52´s com a música Legal Tender. De 1987, esta faixa tocou tanto que dava pra ver uma parte mais escura nos antigos bolachudos, os LPs, pais dos atuais CDs. Isso sem falar nas festinhas psicodélicas com muita música new wave tocando e o povo sacudindo o corpo contra a parede. Ah, gente. E os modelitos da época? Tudo regado a neon ou alguma cor fosforescente que chegava a arder os olhos. Quer saber, chega de papo furado, curta o som e saca o visú do povo no clipe. E de lambuja tem outro clipe deles também, da musica Roam.

Mais sobre o B-52s aqui e aqui.


 


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Meu celular é highlander.

Sem querer fazer apologia a qualquer marca de celular, mas eu tenho que confessar que o meu é highlander. O celular que desafia as leis da gravidade, da física e às sete vidas dos gatos. Porque dos gatos? Se eu te contar quantas vezes ele já deu pau e continua aí, na ativa, você, meu querido leitor, não acreditará.

Não sei nem explicar se isso é motivo de orgulho ou de vergonha. O motivo de orgulho é que ele está aqui, me acompanhando em muitas aventuras. Ele já registrou momentos históricos, inclusive algumas imagens que se encontram neste caro blog, tem em sua agenda contatos importantíssimos que fariam a terra tremer em momentos festivos e os seus toques são verdadeiros hinos da alegria.

Agora deixa eu falar do lado vergonhoso. Porque depois dessa bajulação toda tem que ter um lado podre, não é verdade? Celular é que nem gente: tem seu lado Ying e Yang, é de lua, acorda com o ovo, ou melhor, a bateria virada e você se depara com aqueles acontecimentos típicos. Tecla com problemas, quedas ornamentais ou então os mesmos fatos que ocorrem com o meu aparelho: flap com mau contato e sem tampa da bateria. Flap com mal contato, leia-se, você não enxerga quem está te ligando e tem que dar aquela agachadinha na tampa para fazer ligações. Isso sem falar da cor. Já vi aparelhos que eram cinzas no início e depois de um tempo highlandeando por aí, eles ficaram brancos.

Aí você se pergunta: “Ué, mas sem tampa? Como é que a bateria fica segura?” Gente, eu disse no título deste post que o negócio era highlander, né. Penélope e Aníbal sabem do que estou falando. Afinal de contas, já presenciaram diversas quedas no melhor estilo bungee jump. Mas uma outra pergunta feita por você: “quando vai tomar vergonha nessa cara e vai comprar outro aparelho?” Aí eu te responto: já estou fazendo isso, mas eu ainda tenho dúvida sobre qual será o próximo celular highlander.