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Tag dupla: a amizade e a perda.

Foram estes últimos 5 dias que me fizeram escolher este título pra você, leitor. Estava preparando um post na manga, para falar do dia do amigo. Mas todo mundo aqui no Mov.E. percebeu que esse dia do amigo merecia um adendo.

Primeiro de tudo, feliz dia do amigo! Quem tem daqueles verdadeiros, sabe do que estou falando. É extremamente importante tê-los. Mesmo que a gente não se entenda com ele na maior parte do tempo.

Agora eu quero falar do adendo. Bicho, depois de uma data como esta (20 de julho), três dias depois, a nossa querida Amy é encontrada morta sozinha dentro da própria casa. Isso me fez pensar tanto. Será que ela não tinha uns amigos? Aqueles mais chegados que seguram a barra mais pesada e fortalece laços, que antes talvez estivessem estremecidos.

Será que fama e dinheiro só faz aparecer aquele outro tipo de amigo? Que só aparece no momento oportuno. Quando é bom só pra ele mesmo. Bom, não dá pra estender aqui o motivo no qual isso tudo aconteceu. O fato é: ela se foi sozinha. E no momento que ela mais precisava, o fundo do poço, não havia ninguém lá. Por isso, que a tag do título é dupla. E você ainda pode inverter as ordens que dá no mesmo.

É o Mov.E. inteiro aqui desejando a todos excelentes amigos na vida. Se eles forem poucos, que sejam de qualidade.

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Um lapso relapso.

O título não foi para se exibir. Depois de tanto tempo ausente, se exibir neste espaço talvez seja a última coisa que a gente consiga fazer. Pois é, meu querido leitor. O Mov.E. também tem lapsos. E não daqueles de memória. No nosso caso é o de escrever pra você mesmo. Porque isso fica parecendo que a gente tá dando um gelo em você, mas não é isso. Você trabalha, então entende a gente, né. Ou não?

Bom, mea culpa a parte, deixa a gente falar de uma coisa interessante. Ontem estivemos na final do programa Ídolos, sabiam? É sério! Quem vos escreve aqui, ganhou um abençoado convite para assistir tudo de camarote, ou melhor, do mezanino. Sim, sim, haviam muitas regalias. Mas não pense que tudo é só glamour.

Primeiro chegamos em um grupo de amigos, fomos comer no Fifties, encontramos mais amigos na porta, nos cumprimentamos, nos apresentamos, batemos um papo, bebemos um drink dançante, até entrar no Via Funchal. Lá dentro nos separamos, uns foram para a pista. E eu fui subir para o meu mezanino. Até aí, tudo bem. Comida e bebida liberado, gente bonita, aquela coisa toda. Só chegou um convidado inesperado no evento e principalmente nesta época do ano: o calor. Vou confessar uma coisa a você, querido leitor. Derretemos. A minha testa brilhava. O povo daqui do Mov.E. é guerreiro, resiste até o final. E foi assim que assistimos o Rodrigo Faro apresentando a Claudia Leite, o Lulu Santos, Rebelde, Zezé de Camargo e Luciano (mais artistas se apresentaram, mas não lembro os nomes agora) e os finalistas: com o rosto brilhando.

Outra coisa que me chamou a atenção, além do calor, foi perceber o quanto as pessoas famosas são reais. Pois é, por que a gente as vezes endeusa as pessoas de tal maneira, que é como se eles nem precisassem pentear os cabelos. Basta acordar e tá cabeleira toda lá arrumadinha. Como diriam uns amigos meus, “a intimidade é uma merda”. Percebi que quando você chega muito perto, o encanto perde efeito. Tem prazo de validade. Eu já sabia disso, mas no show de ontem ficou tudo concreto.

Bicho, eu olhava a Claudia Leite, o Lulu, Rebelde, Zezé de Camargo e Luciano e pensava assim: “cara, esses malucos podiam ser meus vizinhos.” Não pensem aqui que é pretensão. Deus me livre. Mas ao olhar de perto, você percebe que eles são iguais a você. Eles suam, tem rugas, usam maquiagem para esconder sinais da idade e outra coisas que nem valem  apena escrever aqui. A única diferença entre eles e você, é a conta bancária e a exposição na mídia. Se você parar para pensar um pouco, isso é um bom sinal. Afinal, todo mundo é igual, até que a conta bancária nos separe.

P.S.: Deve ser por isso que o Michael Jackson se isolava do mundo. Para manter o encanto intacto.

Ah, e parabéns ao Henrique, o vencedor do Ídolos.