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E já virou piada.

Como sempre, já fizeram piada com o assunto “Toddynho” na internet. Eis que encontramos pelo Facebook bombando. A dica é da Maiara para a Josi. Valeu meninas! Uhu!
Matérias sobre o assunto aqui e aqui.


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Twitter Day?

 

O título não foi à toa. Despois de fuçar a internet no dia inteiro hoje, encontrei muitas manifestações twísticas na grande rede. A palavra inventamos aqui agora mesmo no Mov.E.

Você deve está se perguntando: “porran, depois de um bom tempo sem escrever, vão falar de twitter logo hoje?” Bicho, não tinha como não falar. O twitter está impregnado na sociedade. São análises, gráficos, trendtopics e muito mais bombando. Até achei que fosse o Twitter Day, se é que isso existe.

Melhor do que escrever é compartilhar com vocês sobre o assunto. Confere só nas imagens.

Mas e você? Já deu uma twitadinha hoje?


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Michael Jackson. Ele está quase vivo.

Nesses tempos de tudo-ao-mesmo-tempo-agora, você pode encontrar pessoas onipresentes. É verdade! Quando estava no Rio, vivia na Lapa bebericando umas caipirinhas com os meus amigos, curtindo os sons de diferentes tribos, conhecendo gringos de todo o canto do mundo e encontrando um professor de teatro da facul – o Sady.

Gente, o Sady era, talvez seja ainda, o tipo de pessoa, que se você fosse de carro para o Baixo Gávea, ele já estaria lá e ainda foi de ônibus. O mesmo aconteceu quando fui para Niterói. Ele já estava lá no bar e conversando com todo mundo.

Hoje o personagem é outro: o Michael. Não o Jordan, nem o J. Fox mas o rei do pop mesmo. O Michael Jackson. Se há uma teoria de que o Michael Jackson está vivo, eu estou quase acreditando. Vejo esse menino por todo o lado. Já encontrei com ele na Lapa e no final de semana passado, vi dois dele fazendo performances em frente ao Shopping Center 3, na Avenida Paulista. O rei é pop e não perdeu a majestade. Ele só aparece em lugares conhecidos do povão.

Sobre o Sady, clique aqui e aqui.


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Cena 1 – Dentro do ônibus.

Tô voltando do trabalho e após cumprir uma missão na Alameda Franca, próxima a Augusta, resolvo pegar o coletivo para o retornar ao meu humilde lar e escrever este post pra você, assim como descansar. Depois de muitos pontos passados, desce uma moça que acabara de dialogar com o cobrador. Este, em voz alta, anuncia para o seu companheiro de trabalho, o motorista: “Ei, os caras lá do terminal falaram o ônibus errado pra moça!”. Resposta do motorista: “E ela não sabe lê o que tá escrito no ônibus?”

Moral da história. O mundo da comunicação é assim: dá voltas e muitas vezes ninguém se encontra. Eu hein…


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Meu celular é highlander.

Sem querer fazer apologia a qualquer marca de celular, mas eu tenho que confessar que o meu é highlander. O celular que desafia as leis da gravidade, da física e às sete vidas dos gatos. Porque dos gatos? Se eu te contar quantas vezes ele já deu pau e continua aí, na ativa, você, meu querido leitor, não acreditará.

Não sei nem explicar se isso é motivo de orgulho ou de vergonha. O motivo de orgulho é que ele está aqui, me acompanhando em muitas aventuras. Ele já registrou momentos históricos, inclusive algumas imagens que se encontram neste caro blog, tem em sua agenda contatos importantíssimos que fariam a terra tremer em momentos festivos e os seus toques são verdadeiros hinos da alegria.

Agora deixa eu falar do lado vergonhoso. Porque depois dessa bajulação toda tem que ter um lado podre, não é verdade? Celular é que nem gente: tem seu lado Ying e Yang, é de lua, acorda com o ovo, ou melhor, a bateria virada e você se depara com aqueles acontecimentos típicos. Tecla com problemas, quedas ornamentais ou então os mesmos fatos que ocorrem com o meu aparelho: flap com mau contato e sem tampa da bateria. Flap com mal contato, leia-se, você não enxerga quem está te ligando e tem que dar aquela agachadinha na tampa para fazer ligações. Isso sem falar da cor. Já vi aparelhos que eram cinzas no início e depois de um tempo highlandeando por aí, eles ficaram brancos.

Aí você se pergunta: “Ué, mas sem tampa? Como é que a bateria fica segura?” Gente, eu disse no título deste post que o negócio era highlander, né. Penélope e Aníbal sabem do que estou falando. Afinal de contas, já presenciaram diversas quedas no melhor estilo bungee jump. Mas uma outra pergunta feita por você: “quando vai tomar vergonha nessa cara e vai comprar outro aparelho?” Aí eu te responto: já estou fazendo isso, mas eu ainda tenho dúvida sobre qual será o próximo celular highlander.


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Lápis ou computador? Eis a questão.

Eu nunca parei para pensar nisso quando um dia fui escrever num pedaço de papel branco e aconteceu o que? Me deu branco. Sempre tive ao meu lado uns bloquinhos loucos, de capas com ilustrações modernas ou coisa assim. Já deixei um deles até ao lado da minha cama antes de dormir. Ué, vai que surge uma idéia no meio dos meus sonhos e eu resolva registrar tudo lá.

Mas gente, isso acontece raramente agora. Adivinha o motivo. Tem um computador prontinho para essas ocasiões na minha frente. E quando me deu aquele branco, fui correndo para o teclado e digitei tudo que eu queria. Saiu tudo facinho, facinho. Na hora não me deu branco, me deu texto no Word, Msn, Facebook, Twitter, Orkut. Sei lá. Só sei que deu um monte de coisa pra fazer ao mesmo tempo. E o que eu só queria era escrever um simples texto.

Quando tudo começou a fluir bem, comecei a questionar se eu sabia ainda escrever com as mãos, como fazia até bem pouco tempo atrás. Pensei: “Caraca, vou para alfabetização outra vez”. Eu sei que no computador tudo é melhor, mais rápido, mais fácil e blá, blá, blá. Mas hoje eu me peguei abrindo um caderno e escrevendo normalmente, sem dar branco. A única coisa que deu foi o azul, da minha caneta esferográfica. Como é bom ficar em cima do muro nessas horas. É como ter dois amores em mundos diferentes, mas que se complementam.