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A luta continua!

Fala galera!

Este post não é apenas pra constar que também estamos na luta contra AIDs, que aliás continua a se espalhar e aumentando no público jovem que acha que caminha é o mesmo que chupar bala com papel.

Os dados estão aí e as vítimas também. Por incrível que pareça ainda não há CURA.

Mas voltando ao assunto, postamos no dia 02 para mostrar que essa luta é todo o dia. Hora a hora, minuto a minuto e por aí vai. E também queremos que você acompanhe o vídeo do RED.

Não sabe o que é RED? Então veja aqui.


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Essa carne não é fraca não.

A casa Daleoni, na Augusta, foi o local da surpresa agradável presenciada por mim ao conhecer o trabalho da banda Bratislava.  E mais uma vez o meu órgão auditivo ganhou outros sentidos quando os primeiros acordes saíram dos teclados e guitarras de Vitor Meira e sua turma.

Que felicidade a minha. Um rock delícia de ouvir do início ao fim. Amparado, se é que pode dizer assim, por letras incrivelmente ousadas para ouvidos acostumados a uma sonoridade mais pop.

Mas o Bratislava vai mais além com seu som repleto de referências gringas e nacionais. Eu ouvi tanto o CD para tentar captar essas influências que ouso arriscar que tem pitadas de Mombojo (sem o sotaque pernambucano) com gotas razoáveis do velho Oasis, lembrada levemente pela rouquidão do seu vocalista.

O que dizer do seu último CD Carne? Que quem leva não irá se arrepender. De forma alguma. É uma surpresa atrás da outra e do início ao fim. E claro que, com um quê de quero mais ao término de Esperanza. Uma faixa destilada em guitarras distorcidas que emolduram seu biorritmo ora com rock ora com uma marcha.

Bom, gente. Eu estava lá. Sou suspeita. Sei disso. O jeito é você conferir as fotos, entrar no site dos caras, ver a agenda de shows e levar seu CD. Por que o meu não paro de ouvir.

Site do Bratislava, aqui.

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Arte do Daleoni

Arte do Daleoni


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Recordar é recriar

É tão bom saber que mesmo com tantos noticiários de corrupção, de projetos mal acabados, de futuro incerto e de certezas destruídas, existem filosofias de vida que ganham vida em forma de profissão. Que ganham força e que enchem os olhos de esperança quando deparamos com algo do passado sob uma nova forma no nosso presente.

Você deve estar se perguntando “sobre o que é esse post mesmo?”. A gente te entende. Afinal, ficamos dias e até meses sem dar as caras por aqui. E encontrar coisa legal para mostrar no Movimento Espontâneo não é uma das tarefas mais fáceis e se fosse, iríamos olhar desconfiados. Mas deixemos de conversa fiada, caro leitor. E deixe a gente te contar o que enche os olhos de esperança hoje sob uma nova forma: Casa Grim.

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Esse achado foi encontrado sem querer (querendo – desculpa o trocadilho Chaves) nas ruas de Pinheiros num almoço normal de trabalho durante a semana. Ao passar pela vitrine, que na época não estava totalmente pronta, foi avistado pela primeira vez uns móveis de decoração de muito bom gosto. Um dos nossos integrantes não aguentou a curiosidade e pediu permissão para entrar e ver de perto tudo isso que iremos explicar melhor agora.

Tânia Grimaldi foi uma executiva de marketing de grandes multinacionais que um belo dia resolveu realizar um projeto pessoal que valoriza móveis antigos de um jeito muito especial. É um trabalho de resgate que, além de imprimir carinho, design, estilo, mostra o quanto nossa sociedade precisa rever seus valores de consumo. E que nem tudo na vida é descartável.

O que consiste esse trabalho? Bem, a pessoa que possui um móvel antigo muitas vezes não sabe o que fazer com ele. Uns pensam em jogar fora, outro doam para casas especializadas em objetos de antiguidade e por aí vai. Na Casa Grim o papo é outro. Lá tudo se transforma e literalmente. Você chega com seu banquinho ou aquela cômoda dos tempos da vovó e este sofre um processo delicado recriação. A beleza de cada peça é ressaltada preservando a sua característica original.

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Quadro da Memória

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Aí lá vem outra pergunta sua: “Demora?”. Estamos falando de um processo artesanal aqui, claro. Não espere algo feito em série e com modelos parecidos. A Grim não é a Tok&Stok, nem a Etna e seu trabalho é único. Existe uma equipe formada para restaurar e transformar os móveis das pessoas em peças de muito charme. Um lindo trabalho de resgate da memória afetiva, das lembranças e estórias da família.

Nossa história também não acabou. Outros destaques do trabalho da Grim são os artistas plásticos que criam obras sobre os móveis e os tecidos diferenciados que surpreendem ao primeiro olhar. Não é à toa que segundo a Tânia Não existe certo ou errado em decoração, e sim aquilo que faz a nossa alma sorrir”. Essas peças chegam de Buenos Aires, Estados Unidos, Rio de Janeiro e São Paulo.

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Casa Grim

Móveis que contam estórias

 

Contato:

Tania Grimaldi

Loja: Rua Costa Carvalho, 109 – Pinheiros – São Paulo – SP

tania@casagrim.com.br

(11) 3881-3744

(11) 98153-6693


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Pré-convite 3 (Última dica).

Pessoal,

pediram para passar a última dica do grande dia aqui, ó. Nos vemos todos no dia 12 de outubro, ok? O Mov.E. vai comemorar seus 3 anos de existência nessa festa.

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Local Oficial:

Sonique Bar

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Pré-convite 2.

Fala galera!

Pediram para gente aqui do Mov.E. dar este recado a vocês. Estamos por dentro de uma mega festa que vai rolar e que as informações estão saindo aos poucos. Eis um pedaço aqui:

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Data Oficial do Evento:

dia 12 de outubro, a partir das 21h30.

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E então, galera. Vamos nessa. O Mov.E. vai estar em peso lá.


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Vem festa aí. Aguarde.


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Tem novo poeta chegando na área.

A semana já começou aquecida com o lancçamento do livro de poesias de Leandro Bellini. Falamos dele por aqui, pois o seu blog encontra-se no blogroll do Mov.E. O point é imperdível: Livraria do Conde, no Leblon. Aproveita que depois ainda rola uma estica pra um choppinho hein.

O livro é uma coletânea de textos produzidos pelo Leandro que terá a leitura poética de Zezé Mota.

Ilustrações do artista plástico CLÁUDIO DANTAS

NOITE DE LANÇAMENTO 13 de Setembro (segunda feira) a partir das 19h

Livraria Da Conde.
Rua Conde Bernadote 26 – Leblon.

Editora Dom Quixote