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Deixa eu contar como foi a Heart Beat pra você que perdeu, playboy.

No final de semana, nos dias 16 e 17 de abril, mas precisamente no domingo passado, aconteceu a Heart Beat Second Edition. Uma festa para celebrar o retorno de um amigo muito querido do Mov.E. à vida normal, depois de um problema de saúde. Imagine agora uma festa desse naipe, totalmente emocional, o estado de espírito da galera. E isso tudo regado a muita tequila. Bom, senta, liga o computador, que lá vem a história.

No sábado, enquanto os nossos DJs preparavam seus sets arrebatadores, o sol dourava milhares de corpos por todas as praias do Rio. Nossa equipe aproveitou também, claro. Ninguém é de ferro, merecemos, nêm.

O Rio é uma cidade com muitas festas temáticas e competir com elas num sábado chega a ser covardia. Por isso, o domingo, o dia escolhido para a festa, foi um dia muito esperado. Por todos que trabalharam na festa, organizaram, tocaram, enfim, participaram de alguma forma. Inclusive dançando.

Domingo, às 07h00 da manhã. Praia bem cedinho, porque a festa também começa cedo. E deu pra aproveitar tudo. Praia, festa, amigos, etc. Final da tarde, lá estava eu e toda a equipe, já na porta da boate registrando tudo com olhos, máquinas e celulares. Os DJs chegaram cedo, afinal, preparação é importante. Às 18h38, como estava na filipeta da festa, o pessoal já estava heartbeating na porta e dentro do La Cueva. E meia hora depois, teve início o set da DJ Brawn, que deixou o povo frenético com sua mistura de house, tech house e progressive.

Na sequência, veio o show do Rian Córdova, com novas músicas, velhos sucessos e uma performance eletrizante no meio da multidão. Foi inclusive, na última música, que subiu o tequileiro no palco para entreter os convidados com aquela bebida enlouquecedora. E fazendo o povo beber literalmente no gargalo. Após o frisson, entra o set do VJ Antônio Mendes, com seu house-pop-dançante. O resto é história porque tem muita coisa que aconteceu que fomos proibidos de revelar aqui. Hehehe

Aguarde que em breve teremos mais fotos por aqui. Essa é só um teaser.

Ah, e não podemos esquecer. Parabéns Claudinho. Belíssimo retorno. Bem vindo a bordo e fica com Deus. Uhu!

Foto: celular do Cazé, do blog sabão?


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Cena 1 – Dentro do ônibus.

Tô voltando do trabalho e após cumprir uma missão na Alameda Franca, próxima a Augusta, resolvo pegar o coletivo para o retornar ao meu humilde lar e escrever este post pra você, assim como descansar. Depois de muitos pontos passados, desce uma moça que acabara de dialogar com o cobrador. Este, em voz alta, anuncia para o seu companheiro de trabalho, o motorista: “Ei, os caras lá do terminal falaram o ônibus errado pra moça!”. Resposta do motorista: “E ela não sabe lê o que tá escrito no ônibus?”

Moral da história. O mundo da comunicação é assim: dá voltas e muitas vezes ninguém se encontra. Eu hein…


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Meu celular é highlander.

Sem querer fazer apologia a qualquer marca de celular, mas eu tenho que confessar que o meu é highlander. O celular que desafia as leis da gravidade, da física e às sete vidas dos gatos. Porque dos gatos? Se eu te contar quantas vezes ele já deu pau e continua aí, na ativa, você, meu querido leitor, não acreditará.

Não sei nem explicar se isso é motivo de orgulho ou de vergonha. O motivo de orgulho é que ele está aqui, me acompanhando em muitas aventuras. Ele já registrou momentos históricos, inclusive algumas imagens que se encontram neste caro blog, tem em sua agenda contatos importantíssimos que fariam a terra tremer em momentos festivos e os seus toques são verdadeiros hinos da alegria.

Agora deixa eu falar do lado vergonhoso. Porque depois dessa bajulação toda tem que ter um lado podre, não é verdade? Celular é que nem gente: tem seu lado Ying e Yang, é de lua, acorda com o ovo, ou melhor, a bateria virada e você se depara com aqueles acontecimentos típicos. Tecla com problemas, quedas ornamentais ou então os mesmos fatos que ocorrem com o meu aparelho: flap com mau contato e sem tampa da bateria. Flap com mal contato, leia-se, você não enxerga quem está te ligando e tem que dar aquela agachadinha na tampa para fazer ligações. Isso sem falar da cor. Já vi aparelhos que eram cinzas no início e depois de um tempo highlandeando por aí, eles ficaram brancos.

Aí você se pergunta: “Ué, mas sem tampa? Como é que a bateria fica segura?” Gente, eu disse no título deste post que o negócio era highlander, né. Penélope e Aníbal sabem do que estou falando. Afinal de contas, já presenciaram diversas quedas no melhor estilo bungee jump. Mas uma outra pergunta feita por você: “quando vai tomar vergonha nessa cara e vai comprar outro aparelho?” Aí eu te responto: já estou fazendo isso, mas eu ainda tenho dúvida sobre qual será o próximo celular highlander.


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Todo carnaval tem seu começo.

Tudo floresceu no dia 7 de março de 2011, quando alguns amigos resolveram que era o momento de colocar o bloco na rua. Não foi à toa a escolha do nome: “Bloco Carne de Segunda”. A idéia? Concentração de bloco regado à churras, birita, samba no pé e diversão. Tudo isso na segunda-feira de carnaval. O Mov.E. esteve presente em peso para acompanhar este rebuliço que deu as caras em São Lourenço, um pequeno bairro de Niquiti, para os íntimos (Niterói, para quem não sabe).

A camisa amarela aumentou em número no meio da folia. Todos queriam fazer parte daquela linda festa estampando no peito o símbolo do bloco mais simpático da Cidade Sorriso, a vaquinha carnavalesca. Além disso, o Carne de Segunda veio com um belíssimo samba e com direito a rainha da bateria. Uma menina que foi escolhida em um concurso que abalou as estruturas do bairro que antigamente abrigou algumas fábricas da antiga capital federal (pois é, minha gente. Niquiti foi a capital do Rio de Janeiro quando este era a capital do Brasil). Pode acreditar.

A notícia boa desse texto meio didático é que tiramos fotos bem legais do evento. Se liga nisso e que o bloco Carne de Segunda seja bem vindo. Força na peruca com glitter.

Concentração do Carne de Segunda.

O preparo de uma rainha.

Baianas ensaiando sua evolução.

O povo invadindo as ruas.


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Lápis ou computador? Eis a questão.

Eu nunca parei para pensar nisso quando um dia fui escrever num pedaço de papel branco e aconteceu o que? Me deu branco. Sempre tive ao meu lado uns bloquinhos loucos, de capas com ilustrações modernas ou coisa assim. Já deixei um deles até ao lado da minha cama antes de dormir. Ué, vai que surge uma idéia no meio dos meus sonhos e eu resolva registrar tudo lá.

Mas gente, isso acontece raramente agora. Adivinha o motivo. Tem um computador prontinho para essas ocasiões na minha frente. E quando me deu aquele branco, fui correndo para o teclado e digitei tudo que eu queria. Saiu tudo facinho, facinho. Na hora não me deu branco, me deu texto no Word, Msn, Facebook, Twitter, Orkut. Sei lá. Só sei que deu um monte de coisa pra fazer ao mesmo tempo. E o que eu só queria era escrever um simples texto.

Quando tudo começou a fluir bem, comecei a questionar se eu sabia ainda escrever com as mãos, como fazia até bem pouco tempo atrás. Pensei: “Caraca, vou para alfabetização outra vez”. Eu sei que no computador tudo é melhor, mais rápido, mais fácil e blá, blá, blá. Mas hoje eu me peguei abrindo um caderno e escrevendo normalmente, sem dar branco. A única coisa que deu foi o azul, da minha caneta esferográfica. Como é bom ficar em cima do muro nessas horas. É como ter dois amores em mundos diferentes, mas que se complementam.


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Retrato da ignorância nas mídias sociais. A gente tem esperança e fé que isso um dia termine.

O lance todo aconteceu ontem no Facebook e está reverberando nervoso até agora. É um caso típico de preconceito que aconteceu com duas crianças na praia. E depois do episódio esdrúxulo, o seu pai, indignado e com razão, escreveu esta carta, que o Mov.E. faz questão de reproduzir aqui.

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DO ÓDIO E DA IGNORÂNCIA: UM PAI DESTRUÍDO POR DENTRO

por Felipe Barcellos, quinta, 17 de fevereiro de 2011 às 02:12

Bom dia,

Nunca imaginei que tivesse que viver na pele a dor de um cidadão agredido com sua família em um dia de festa.

Contra socos nos defendemos, mas contra o cerceamento do direito de ir e vir de uma criança devido a sua aparência, fica a raiva guardada por ter que conter a violência para não aumentar o dano emocional sofrido por minha filha.

Eu só queria traze-la para casa, para que ela pudesse sentir-se segura novamente.

Escolhemos o quiosque Espaço OX, no Leme para comemorarmos o aniversário de 5 anos de minha filha mais nova, com amigos e familia, cerca de 20 pessoas. Reservamos e chegamos com as crianças as 19h00. Realizamos a comemoração comas minhas filhas, Lia e Dora, que durante todo o tempo brincaram nas dependências do quiosque as vistas dos funcionários.

Todos os convidados consumiram regiamente e pagaram suas despesas com tranquilidade.

Aos nos prepararmos para ir embora, as 22h30, a funcionária Loi impediu minhas filhas, Lia(9 anos) e a aniversariante Dora (5 anos) de entrarem no quiosque ao retornarem do banheiro.

O motivo: alegou que seriam crianças de rua, por serem negras e terem cabelos crespos. Para encurtar uma longa historia: minha filha mais velha, de apenas 9 anos, está em choque.

As alegações da funcionária não apenas são racistas e incidem em constrangimento ilegal e cerceamento do direito de ir e vir, como denotam a falta de atenção dedicada aos consumidores que frequentam o espaço. Vou entrar com medidas legais contra o estabelecimento e um processo por constrangimento ilegal, injuria, difamação e crime de racismo contra a funcionária.

Não queiram saber a dor de um pai ao vivenciar tais cenas em um dia de festa. A dor não vai embora quando fecho os olhos. Me vem a imagem de minha filha, minutos antes extasiada de alegria e em seguida chocada com uma realidade distorcida.

Estou sentindo muita dor. Uma dor que não vai embora.

A funcionária tinha a obrigação de observar quem estava na mesa mais numerosa do estabelecimento, estávamos minutos antes cantando parabéns e repartindo um bolo.

Impossível não ver a alegria que minhas filhas viviam em meio a amigos e família.

Loi estragou tudo com seu preconceito e despreparo para lidar com o publico. Precisa ser punida de forma exemplar.

Minha filha, uma crianca que é o que existe de mais valioso em minha vida, está DESTRUÍDA, achando-se culpada por não ter a aparência “certa” para poder ir e vir.

Espero que tal comportamento não seja uma norma do Grupo OX e da Orla Rio.

Esta carta está sendo copiada aos principais jornais do Brasil e publicações do segmento de turismo no Brasil e no exterior, em inglês.

Felipe Barcellos

Pai

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O link do Felipe no Facebook está aqui.


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Um jeito diferente de dizer “Adeus” e “Obrigado”

Essa é do Twitter. Mas precisamente da nossa amiga Carol, que está sempre conectada nas últimas tendências de comportamento. Em seu Posterous, ela mandou um vídeo irado de um cara que se despediu e agradeceu pelo tempo em que viveu em Barcelona, assim como as pessoas que ele conheceu. Tudo isso neste formato visual. Dá uma olhada nesse vídeo só.

Valeu Carol! Uhu!

Postorous da Carol aqui e no nosso Movimentos Bacanas, a direita no painel.