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Recordar é recriar

É tão bom saber que mesmo com tantos noticiários de corrupção, de projetos mal acabados, de futuro incerto e de certezas destruídas, existem filosofias de vida que ganham vida em forma de profissão. Que ganham força e que enchem os olhos de esperança quando deparamos com algo do passado sob uma nova forma no nosso presente.

Você deve estar se perguntando “sobre o que é esse post mesmo?”. A gente te entende. Afinal, ficamos dias e até meses sem dar as caras por aqui. E encontrar coisa legal para mostrar no Movimento Espontâneo não é uma das tarefas mais fáceis e se fosse, iríamos olhar desconfiados. Mas deixemos de conversa fiada, caro leitor. E deixe a gente te contar o que enche os olhos de esperança hoje sob uma nova forma: Casa Grim.

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Esse achado foi encontrado sem querer (querendo – desculpa o trocadilho Chaves) nas ruas de Pinheiros num almoço normal de trabalho durante a semana. Ao passar pela vitrine, que na época não estava totalmente pronta, foi avistado pela primeira vez uns móveis de decoração de muito bom gosto. Um dos nossos integrantes não aguentou a curiosidade e pediu permissão para entrar e ver de perto tudo isso que iremos explicar melhor agora.

Tânia Grimaldi foi uma executiva de marketing de grandes multinacionais que um belo dia resolveu realizar um projeto pessoal que valoriza móveis antigos de um jeito muito especial. É um trabalho de resgate que, além de imprimir carinho, design, estilo, mostra o quanto nossa sociedade precisa rever seus valores de consumo. E que nem tudo na vida é descartável.

O que consiste esse trabalho? Bem, a pessoa que possui um móvel antigo muitas vezes não sabe o que fazer com ele. Uns pensam em jogar fora, outro doam para casas especializadas em objetos de antiguidade e por aí vai. Na Casa Grim o papo é outro. Lá tudo se transforma e literalmente. Você chega com seu banquinho ou aquela cômoda dos tempos da vovó e este sofre um processo delicado recriação. A beleza de cada peça é ressaltada preservando a sua característica original.

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Quadro da Memória

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Aí lá vem outra pergunta sua: “Demora?”. Estamos falando de um processo artesanal aqui, claro. Não espere algo feito em série e com modelos parecidos. A Grim não é a Tok&Stok, nem a Etna e seu trabalho é único. Existe uma equipe formada para restaurar e transformar os móveis das pessoas em peças de muito charme. Um lindo trabalho de resgate da memória afetiva, das lembranças e estórias da família.

Nossa história também não acabou. Outros destaques do trabalho da Grim são os artistas plásticos que criam obras sobre os móveis e os tecidos diferenciados que surpreendem ao primeiro olhar. Não é à toa que segundo a Tânia Não existe certo ou errado em decoração, e sim aquilo que faz a nossa alma sorrir”. Essas peças chegam de Buenos Aires, Estados Unidos, Rio de Janeiro e São Paulo.

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Casa Grim

Móveis que contam estórias

 

Contato:

Tania Grimaldi

Loja: Rua Costa Carvalho, 109 – Pinheiros – São Paulo – SP

tania@casagrim.com.br

(11) 3881-3744

(11) 98153-6693

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Hoje tem Studio Lounge. E deu até no Mistura Urbana.

Meu povo!

Tá de bobeira? Não desculpa pra isso hoje por que daqui a pouco acontece em Sampa, mas precisamente na Rua Marquês de Paranaguá 363, o Studio Lounge. Essa rua é uma travessa da Augusta e a nossa dj e produtora musical predileta irá apresentar um house fino de primeira qualidade. Imperdível!

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O Studio Lounge é um evento promovido pelo produtor cultural Bruno Faulin que inovou ao optar por fazer a festa em um espaço cercado de cultura por todos os lados – o Studio Decor Café. Vale a pena dançar entre preciosidades decorativas, design de bom gosto e quadros que dão ótimas ornamentações em qualquer espaço.

Como a nossa dj preferida mesma diz: vem com o MovE e se joga que é mara!!!

O Studio Lounge está no Facebook aqui.

Matéria no Mistura Urbana aqui.

Perfil Chris Brawn no Soundcloud aqui.

Conheça o Studio Decor Café aqui.


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De bolinha no Rio de Janeiro.

O que foi a exposição da japa mais irada dos últimos tempos no CCBB do Rio? O Mov.E. esteve lá de corpo presente para vivenciar uma experiência mágica pelos corredores daquele endereço histórico e se encantou com o trabalho da Yayoi Kusama. Este trabalho, que se chama “Obsessão Infinita”.

Logo na sala principal a gente deu de cara com umas bolas gigantes cor de rosa de bolinhas pretas penduradas no teto. Algumas estavam até bem próximas do povo. Aliás, diga-se de passagem, ela tem paixão por bolas e um certo terror pelo instrumento fálico. Não vamos entrar em detalhes aqui para você verificar pessoal o porquê.

Seus quadros têm um colorido vivo e suas esculturas possuem um mistério único. Basta observar por alguns minutos, de preferência de cabeça vazia. Esquece o mundo lá fora e deixe seus pensamentos levar você o mundo da Kusama. A atração principal, campeã de audiência até aqui nas internas do Mov.E, foi sala de bolinhas iluminadas. Só na admiração já tivemos várias ideias para ambientar as festas que iremos fazer por aí.

Bom, sem delongas e com esperança de ter deixado você curioso com a exposição, nos vemos aqui em breve. Enquanto isso, vá lá. Dê uma passadinha. É tudo 0800 (grátis). O teaser não foi o suficiente? Então fique com algumas fotos que tiramos no recinto.

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A exposição apresenta 110 obras. Um acervo que inclui pinturas, trabalhos sobre papel, esculturas, vídeos e instalações. A curadoria é de Philip Larratt–Smith e Frances Morris.
Informações sobre a Yayoi Kusama aqui e aqui.


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Essas pessoas insatisfeitas e suas ideias esquisitas.

Juro por Deus! A minha ignorância, quando se manifesta, costuma sair pela minha boca em forma desta frase: “isso é falta do que fazer”. Mas ainda bem que a minha ignorância tem vida curta numa matéria como esta.

São assuntos como estes que a gente tem que dar força mesmo. Pô, o mundo, visto pela ótica dos telejornais, já acabou faz tempo. É o Dia do Julgamento que encaramos quando deixamos de lado informações relevantes, de coisas boas, de esperança.

E a matéria, que é ao mesmo tempo louca e boa, é de um cara que inventou um lance, que capta energia da nossa respiração para abastecer aparelhos portáteis, como o iPhone, por exemplo. Viu como o filme Matrix não era uma loucura total? Lá já diziam que o corpo humano poderia funcionar como uma bateria, e muito bem.

O cabra, dono do invento, se chama João Paulo Lammoglia. E ele cismou em converter o poder da sua respiração em energia elétrica, utilizando turbinas eólicas, e alimentando pequenos aparelhos portáteis.

O produto é a máscara AIRE ligado a um dispositivo iOS – Powered.

Aliás, esse carinha adora inventar coisas legais e úteis. Dê uma fuçada no site dele também.

 Site dele aqui também.


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Se não der praia, dá Mistureba ou tudo junto.

Sabadão promente, gente. Vai rolar uma super liquidação de verão no Mercado Mistureba. A feira de moda alternativa que agita o Rio já há algum tempo e sempre com novidades.

A gente sabe que perder uma praia é difícil, mas você não vai ficar o dia todo tostando no sol, não é mesmo? Então anota na agenda aê.

Ah, e cuidado. Não esquece o protetor solar, hein.

Você ainda não conhece o Mistureba? Então entra aqui.


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Na chuva, mas com estilo.

Após dias de intenso calor, sempre vem na parte da tarde ou noite aquela chuva para refrescar. E porque não encara-la com estilo? Veja você mesmo, caro leitor, a estampa do guarda-chuva desse post. A gente encontrou num site bem bacana, chamado Art Lebedev (veja foto grande abaixo) e lá está cheio de artigos com designs ousados e de muito bom gosto. Basta entrar no link worldwidestoreque encontrará outras maluquices sem igual. Tem umas coisas lá que quero levar para casa agora. Li no próprio site que eles chamam de Fuck The Rain. Sugestivo, hein.


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Alô! É do passado?

Gente do céu! Meu caro leitor, você não deve ser nem dessa época, onde tudo era mais simples, mais inocente, mais calmo, mais… Quer dizer, comparado a hoje, né.
Mas acredite: a sacanagem era mesma, apesar de muita mudança na forma como a gente se comunicava. Antes, o povo dava golpe por esses aparelhos aqui da foto. Hoje, o mais usual é pelo celular ou e-mail.
Esses telefones pertenciam à British General Post Office, que mais tarde virou a British Telecom. Sabe de que década eles eram? Dos anos 50. Mas são tão estilosos que dá vontade de ter um em casa.