Movimento Espontâneo

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Lá vem o Brasil descendo e subindo a ladeira. E o Mov.E. de volta.

Fala mundão! A gente ficou ausente online mas não off-line. Claro que quem não conhece a gente ao vivo vai falar “e daí?”. Mas quem vê de perto sabe dos obstáculos que costumamos passar. Inclusive os últimos acontecimentos que tomaram conta do Brasil. Nós estávamos lá também. E gritamos, tudo na paz claro, como todo cidadão que não está satisfeito. E nós também não estamos satisfeitos. Nem com o nosso blog. Por isso a gente vive se reinventando, buscando o novo, o velho com jeitão de novo, o louco, o absurdo e os fatos da vida. E aqui vai mais um. Fatos que participamos como qualquer brasileiro que se indignou nessas duas últimas semanas por uma não tão inocente esperança de que dias melhores virão. Porque lá vem o Brasil subindo e descendo a ladeira.

Aguardem mais novidades.

Fotos da Equipe do Mov.E. na PaulistaImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem


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E já virou piada.

Como sempre, já fizeram piada com o assunto “Toddynho” na internet. Eis que encontramos pelo Facebook bombando. A dica é da Maiara para a Josi. Valeu meninas! Uhu!
Matérias sobre o assunto aqui e aqui.


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Cena 1 – Dentro do ônibus.

Tô voltando do trabalho e após cumprir uma missão na Alameda Franca, próxima a Augusta, resolvo pegar o coletivo para o retornar ao meu humilde lar e escrever este post pra você, assim como descansar. Depois de muitos pontos passados, desce uma moça que acabara de dialogar com o cobrador. Este, em voz alta, anuncia para o seu companheiro de trabalho, o motorista: “Ei, os caras lá do terminal falaram o ônibus errado pra moça!”. Resposta do motorista: “E ela não sabe lê o que tá escrito no ônibus?”

Moral da história. O mundo da comunicação é assim: dá voltas e muitas vezes ninguém se encontra. Eu hein…


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Segunda com o pé direito pede Happy Mondays.

Gente, essa é pra animar o dia que começou com um sol lindo de morrer e com todas as energias renovadas. Todo mundo fala que a segunda é o pior dia da semana, mas aqui no Mov.E. somos todos revolucionários. Achamos que a segunda é começo de tudo e ele tem que ser sensacional. E para isso, nada melhor do que começar ouvindo boa música.

A trilha de hoje é um som que tiramos lá dos tempos em que a MTV era imperdível. Era porque hoje nem tudo o que se encontra na programação nos agrada como antigamente. Na década de 90, mas precisamente em 1990 mesmo, havia um grupo que tem tudo a ver com esta segunda. Eles se chamam Happy Mondays e o som que me fez dançar digitando este post é este aqui. Curte só e boa semana pra todos.

Mais sobre o Happy Mondays aqui e aqui


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“O amor é importante, porra.” Quem teve essa idéia brilhante?

Era um daqueles dias chuvosos em Sampa, quando eu caminhava com amigos pela Augusta e pelas ruas adjacentes. Já tinha visto essa mensagem em outro lugar, na Vila Madá e na Francisco Matarazzo, mas parece que agora ela me persegue por todo canto que passo, nas ruas da terra da garoa. A mensagem da Francisco Matarazzo por exemplo foi a caminho da festa C.U.R.T.A., que bombou ontem a noite e este assunto merece um post exclusivo.

Bem, mas voltando as mensagens, o negócio é o seguinte: ainda não sei do que se trata mas muita gente tem se perguntado, assimo como todos nós do Mov.E., a respeito da curiosa frase “O amor é importante porra”. Me desculpem pelo palavrão, mas foi a mensagem, assim mesmo, nua e crua, que eu encontrei numa caixa de força no cruzamente entre a boêmia Rua Augusta e a Rua Luis alguma coisa. Esqueci o nome agora.

Frase encontrada entre a Rua Augusta e a Luis Coelho, Sampa.

Frase encontrada entre a Rua Augusta e a Luis Coelho, Sampa.

Essa frase é tão curiosa, que ela me remeteu ao casal igualmente curioso do Mov.E.: Penélope e Aníbal. Pois foi nestas ruas, que sem querer (será?), eu peguei aqueles dois correndo atrás do tempo perdido. É, queridos leitores, isso mesmo. Tô falando sério. É por isso que eu concordo, e muito, com essa frase. Mas se você souber quem está por trás disso, por favor, comunique para a nossa central. Estamos loucos, ansiosos, para saber quem é a poetiza ou poeta, responsável por esta revolução silenciosa que assola os muros de São Paulo. Bom, enquanto a resposta não vem, eu vou ficar pelas ruas mesmo, fuçando todas as coisas estranhas e malucas para trazer para vocês aqui. Então, vamos nos falando, blê?

1ª frase encontrada pelo Mov.E., numa casa na Vila Madalena, Sampa.

1ª frase encontrada pelo Mov.E., numa casa na Vila Madalena, Sampa.

Obs.: Pessoal, só não reparem na qualidade da foto. Como disse antes, elas foram tiradas a noite e pelo celular. Por isso, rolou aquele retoque no Photoshop básico.

Outros links sobre o caso:

Link 1

Link 2


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O Dia Mundial Sem Carro foi ontem. Como foi na sua cidade?

Ontem, dia 22 de setembro, foi o tão falado Dia Mundial Sem Carro. Eu estava na Aveninda Paulista a caminho de um compromisso importante quando me deparei com esse movimento. Aproveitei a oportunidade e tirei algumas fotos no meu celular. Logo depois, ainda observando aquilo tudo, não resisti e fui perguntar para os ciclistas o que eles estavam achando e um deles me esclareceu algumas reivindicações importantes como respeitar o espaço para os ciclistas, que o uso da bicicleta melhoraria o trânsito na cidade, sem falar na poluição.

Aí eu fiquei pensando o seguinte: e se 90% das pessoas, e não precisa nem isso tudo, resolvesse andar de bicicleta para o trabalho? Em Sampa isso seria incrível pelo menos. Quem leu o post “Metrô x Carro” e se identificou, tá entendendo profundamente a situação.

Voltando à Paulista, a galera da bicicleta conseguiu mobilizar mesmo, pois a avenida deveria ter de 3 a 5 mil ciclistas. E olha que eu estou contando por baixo, por que eu estava olhando somente pela Consolação. A hora que eu passava por lá foi umas 20:26, quando também tirei as fotos. E então? Como foi esse dia na sua cidade? Deixe um comentário aqui ou nos envie fotos do movimento na sua cidade no e-mail do Mov.E.. Se quiser faça um resumo de no máximo 3 linhas do acontecimento.

E-mail: movimentoespontaneo@gmail.com


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Metrô x Carro

Tem mais ou menos dois meses que abandonei o uso do carro para vir trabalhar durante a semana. Uso apenas para momentos de lazer, tirando, claro, quando bebo, já que corro o risco de tomar uma mega multa por apenas um chopp. Enfim, este não é o foco deste post.

Eu sempre pensava nisto. Bom, eu tinha muito tempo para pensar mesmo, já que passava quase 3 horas e meia ao dia dentro do carro. Esta decisão de começar  utilizar o transporte público da cidade parecia distante, eu estava acomodada demais com aquela situação “maravilhosa” de ter meu carrinho. Afff, ilusão.

O tempo foi passando, minhas costas foram doendo cada vez mais, eu chegava no trabalho já com mt coisa na cabeça: buzina, motoboy furando corredor, carro cortando na minha frente, farol quebrado, trânsito…ahhhh muita informação para consumir ao acordar. Não vou nem começar a falar das pessoas barbeiras que me irritavam de uma maneira inesplicável. E aquelas que não tem o menor respeito ao próximo e colocam um sertanejo bombando às 8 da manhã no último volume e te acompanham durante 15 minutos parado em um farol. Sim , acontece com mais frequencia do que você pode imaginar.

Cansei.

Quando começei a trabalhar perto da Paulista encontrei a  oportunidade perfeita para mudar o estilo de vida. Além da proximidade ao metrô, os estacionamentos por lá são incrivelmente caros, quase um assalto. Sério, a galera parece que não tem vergonha na cara de cobrar um preço tão alto. Eu teria vergonha.  Resolvi então deixar o carro em casa e começar a vir trabalhar de metrô.

O primeiro dia foi ótimo, cheguei rápido e o metrô estava tranquilo. Ficava pensando nas pessoas que reclamam do metrô lotado, de esperar, da falta de educação das pessoas. Nossa, não senti nada disso. Quer dizer, enchia nas estações mais a frente. Porém como moro lá onde o gato aprendeu a miar, pego o primeira estação e  venho sentadinha naquele banco vinho cheio de resquícios de outras pessoas.

As semanas foram passando e eu estava lá, pegando o metrozão todos os dias. Eu terminei um livro que estava quase empoeirando na gaveta, escutei todas as músicas novas do meu ipod, li revistas, dei uns cochilinhos  nas manhãs que acordava de ressaca de alguma bebedeira. Ahhh , era o paraíso para qualquer motorista estressado!

Pois bem, hoje percebi o pq as pessoas se estressam com o transporte público da mesma maneira que eu me estressava com o trânsito ( que de trânsito de veiculos não tem nada, devia chamar parânsitro). O horário. Meus deus, gente.

Meus horários são um pouco diferentes, pego o metro às 9:30 quase todos os dias e só volto depois das 8 da noite. Hoje, precisei estar na estação às 7 :30 da manhã.  Gente, o que era aquilo? Quase a 23 de maio às 18:30 de uma sexta feira chuvosa.

Começei a observar as pessoas. Já cedo com cara de estressadas se espremendo para consguir um espaço qualquer naquela caixa quente e apertada. Afff. O que mais em chamou a atenção foram as brigas. Eu vi duas, só hoje cedo. As pessoas começam a falar alto e sempre tem um que quer mostrar que é mais centrado e pede para a outra falar baixo. Os motivos são os mais idiostas: eu estava aqui, você me empurrou, você segurou no meu espaço de segurar. Gente , vamos combinar, patético igual biga de trânsito.

Empurra vem , empurra vai consegui chegar. E , por mais que estivesse cheio, o tempo que demora é quase o mesmo. Diferente do trânsito que é misterioso, nunca se sabe se vai demorar 15 minutos ou 2 horas.

Mas sabe de uma coisa? mesmo no meio daquele monte de gente irritada eu estava zen. Juro, vim amassada mas tranquila. Obervei tudo em volta e vou contar que dei risada de muita coisa.

A coisa é a seguinte: seja de carro ou de metrô, tá foda , muito foda se movimentar. Então  sugiro a todos  aproveitar  este tempo de alguma outra maneira.

Eu , por exemplo, vou continuar no metrô e começar a observar as pessoas mais de perto, cada cena, cada particulariadade. Dá um livro.   Queria até fazer umas fotos da galera.  Bom, este é um assunto para um próximo post , depois que eu concluir minhas observações metronianas !!!