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Um brinde a vida

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Olá pessoal,

Quanto tempo, não é mesmo. Muita coisa aconteceu mas o Mov.E. está vivo. Mas vivo do que nunca. Desaparecer não significa, na verdade, morrer. A vida, para cada um de nós, tem um sentido completamente diferente na prática, mas a essência é sempre a mesma. Seja você um folião, um hermitão, uma comportada, uma contempladora, a busca e o aprendizado são o que importam em cada trajetória.

Este post é para isso também. Para fazer um brinde a vida e dizer, claro, que o Movimento Espontâneo está aqui com seus textos destilados, açucarados, as vezes ácidos também. O foco do blog permanece o mesmo: escrever pra você sem perder a essência que faz deste espaço único. E não importa o local em que o seu bloco esteja neste período momesco. Seja na rua, dentro de casa, no cinema, num bom livro, na praia.

Bom carnaval, bom 2016!

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O R&B-A-BÁ de Erikah Badu

Um show incrível, com gente igualmente incrível. Isso é o que gente pode dizer sobre o show da cantora Erikah Badu que aconteceu ontem no Sesc Santo André. O Mov.E, como sempre, frenético por boa música, esteve presente e se esbaldou com o canto e encanto desta cantora talentosa.

Momento inesquecível foi se deparar com o “mosh” da cantora no meio da multidão. Isso mesmo, estimado leitor, ela literalmente se jogou no povo. E foi lindo! Sem falar na quantidade de vezes em que disse: Sao Palo! Sao Palo! I love you! Se lê assim mesmo, do jeito que foi escrito, tá? Só pra mostrar o sotaque da moça.

Ah, chega de papo e veja as fotos.

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Sobre a Erikah Badu aqui e aqui.


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Faxina no Mov.E.: obras na fase final.

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Sabe aquela plaquinha de “Homens Trabalhando”? Pois é, estamos neste processo. Não estranhe se a cada hora que você faz uma visita ao nosso estimado blog, um visu completamente diferente o assombre na primeira olhadela.

Isso faz parte do processo de restruturação que estamos passando e estamos na reta final como dissemos no título. Mas dessa vez não vamos marcar bobeira.

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Queremos deixá-lo entretido o máximo possível com dicas de música, cultura e tudo mais que a gente já fazia antes. Só que agora as doses serão homeopáticas.

A dose de hoje é ouvir o álbum completo do Bill Evans, The Way To Play. O som é incrível e tem tudo a ver com esse climinha chuvoso da quarta.


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Essas pessoas insatisfeitas e suas ideias esquisitas.

Juro por Deus! A minha ignorância, quando se manifesta, costuma sair pela minha boca em forma desta frase: “isso é falta do que fazer”. Mas ainda bem que a minha ignorância tem vida curta numa matéria como esta.

São assuntos como estes que a gente tem que dar força mesmo. Pô, o mundo, visto pela ótica dos telejornais, já acabou faz tempo. É o Dia do Julgamento que encaramos quando deixamos de lado informações relevantes, de coisas boas, de esperança.

E a matéria, que é ao mesmo tempo louca e boa, é de um cara que inventou um lance, que capta energia da nossa respiração para abastecer aparelhos portáteis, como o iPhone, por exemplo. Viu como o filme Matrix não era uma loucura total? Lá já diziam que o corpo humano poderia funcionar como uma bateria, e muito bem.

O cabra, dono do invento, se chama João Paulo Lammoglia. E ele cismou em converter o poder da sua respiração em energia elétrica, utilizando turbinas eólicas, e alimentando pequenos aparelhos portáteis.

O produto é a máscara AIRE ligado a um dispositivo iOS – Powered.

Aliás, esse carinha adora inventar coisas legais e úteis. Dê uma fuçada no site dele também.

 Site dele aqui também.


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Meu celular é highlander.

Sem querer fazer apologia a qualquer marca de celular, mas eu tenho que confessar que o meu é highlander. O celular que desafia as leis da gravidade, da física e às sete vidas dos gatos. Porque dos gatos? Se eu te contar quantas vezes ele já deu pau e continua aí, na ativa, você, meu querido leitor, não acreditará.

Não sei nem explicar se isso é motivo de orgulho ou de vergonha. O motivo de orgulho é que ele está aqui, me acompanhando em muitas aventuras. Ele já registrou momentos históricos, inclusive algumas imagens que se encontram neste caro blog, tem em sua agenda contatos importantíssimos que fariam a terra tremer em momentos festivos e os seus toques são verdadeiros hinos da alegria.

Agora deixa eu falar do lado vergonhoso. Porque depois dessa bajulação toda tem que ter um lado podre, não é verdade? Celular é que nem gente: tem seu lado Ying e Yang, é de lua, acorda com o ovo, ou melhor, a bateria virada e você se depara com aqueles acontecimentos típicos. Tecla com problemas, quedas ornamentais ou então os mesmos fatos que ocorrem com o meu aparelho: flap com mau contato e sem tampa da bateria. Flap com mal contato, leia-se, você não enxerga quem está te ligando e tem que dar aquela agachadinha na tampa para fazer ligações. Isso sem falar da cor. Já vi aparelhos que eram cinzas no início e depois de um tempo highlandeando por aí, eles ficaram brancos.

Aí você se pergunta: “Ué, mas sem tampa? Como é que a bateria fica segura?” Gente, eu disse no título deste post que o negócio era highlander, né. Penélope e Aníbal sabem do que estou falando. Afinal de contas, já presenciaram diversas quedas no melhor estilo bungee jump. Mas uma outra pergunta feita por você: “quando vai tomar vergonha nessa cara e vai comprar outro aparelho?” Aí eu te responto: já estou fazendo isso, mas eu ainda tenho dúvida sobre qual será o próximo celular highlander.


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Só no truque.

Você já assistiu Cisne Negro? Eu já. Confesso que não achei o filme lá assim “Uau”, com exceção da Natalie Portman. Merecido o Oscar, apesar de que não foi uma escolha fácil. Vi muita atriz bombando em outros filmes também. Mas voltando ao Cisne Negro, vasculhando pelas profundezas do Facebook, eis que encontro um vídeo postado por um amigo, revelando os segredos de toda a animação do filme. Eu vi de tudo um pouco nele: as mudanças de cabeça, a peninha saindo das costas, ela arrancando as unhas (Eca!), mudança de pele, troca de tatuagem (você sabe de qual cena eu falo, né), ganhando pernas de ave, asas, sangue, olhos avermelhados e tudo mais. Mas se você não assistiu ainda o filme, é melhor nem apertar o play. Depois da sessão pipoca você passa aqui que o post não vai sair do lugar. Até.

A dica é do Leo Nissola. Valeu Leo! Uhu!