Movimento Espontâneo

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Faxina no Mov.E.: obras na fase final.

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Sabe aquela plaquinha de “Homens Trabalhando”? Pois é, estamos neste processo. Não estranhe se a cada hora que você faz uma visita ao nosso estimado blog, um visu completamente diferente o assombre na primeira olhadela.

Isso faz parte do processo de restruturação que estamos passando e estamos na reta final como dissemos no título. Mas dessa vez não vamos marcar bobeira.

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Queremos deixá-lo entretido o máximo possível com dicas de música, cultura e tudo mais que a gente já fazia antes. Só que agora as doses serão homeopáticas.

A dose de hoje é ouvir o álbum completo do Bill Evans, The Way To Play. O som é incrível e tem tudo a ver com esse climinha chuvoso da quarta.


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E tem mais gente dançando por aí.

Depois do esplêndido, estrondoso, espalhafatoso sucesso da Magali, diversos personagens, tanto de histórias em quadrinhos quanto da tv, se inspiraram na dança da comilona do Largo da Carioca, mais dois vídeos (que iremos colocar aqui) e resolveram soltar uns passos em Ribeirão Preto, segundo consta no Youtube. Nosso QG ainda busca mais detalhes reveladores para você, querido leitor.

Ah, e se esse povo aparecer no Fantástico, grava e coloca no Youtube pra gente.

Detalhe: a fonte de inspiração começou aqui…

… que foi influenciado por este aqui.

Fonte: Youtube.

O vídeo foi enviado pelo nosso estimado leitor Alê Santos. Valeu Alê! Uhu!


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Implicando com as palavras.

Você presta atenção nas palavras? No jeito como as pessoas falam ou quando começam a usar um termo fora do costume de antes? Caraca! Eu presto. Deve ser uma neurose, sei lá. Até porque eu trabalho escrevendo, não consigo evitar. É uma coisa que corrói por dentro, entende. Outro dia eu fiquei prestando atenção das palavras do mundo corporativo. Acho que decretaram alguma lei no qual a palavra funcionário não existe mais. Assim como decapitaram o sinal de trema, hoje em dia toda a cultura corporativa só fala em colaborador.

Agora me diz uma coisa: qual a diferença disso? Será que funcionário ficou “demodê”? Se bem que, no mundo das palavras, elas também tendem a ficar “out”. Até o termo que usei antes, “demodê”, tá “demodê”. Oui monsier e madam, presta atenção só num empresário falando. É assim ó: “o nosso quadro de colaboradores crescerá em 2010 consideravelmente”. Se você é uma dessas empresas de colaboradores, cuidado hein. Tu sabe como é patrão.

Num país como o nosso, é até compreensível fazerem pouco caso da palavra “funcionário”. Lembra muita vezes coisa de otário, de quem está preso por obrigação. As palavras até rimaram. Por outro lado, “colaborador”, soa como uma camuflagem. Do tipo: você colabora para a nossa família, nossa empresa, coisa e tal. Vem cá, cara pálida, desde quando a empresa é minha? Não vi nenhum contrato dizendo que tenho ações dela ou coisa parecida.

Nossa! Eu tive uma professora de português que ia a-do-rar esta questão. Pra ficar brincando com as palavras, sabe. Ela iria dividir a turma em dois times: o grupo dos funcionários versus o grupo dos colaboradores. Depois pegaria sua caneta Pilot e iria para o quadro fazer uma espécie de gincana de erros e acertos. Ela era daquelas que gostava de métodos alternativos de aprendizado. Ela era tão animada que você nem iria suspeitar do verdadeiro significado dessas palavras no dia a dia.

Bom, saindo do momento nostalgia/escola, sou que nem você, que trabalha, que sai muitas vezes de casa sem tomar café (acho isso uó) e pega engarrafamentos que ninguém mais acredita que seja engarrafamento. Uma coisa eu ainda vou descobrir: se existe realmente alguma diferença entre ser colaborador e funcionário. Porque quando chega o final do mês, essas duas palavras perdem completamente o significado. E pra você?


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Tatuagem.

Se você não trabalha em produtora de filmes, ou em certas áreas dentro da publicidade, acho que deveria ler este anúncio aqui. Comecei já falando dessas carreiras porque, são pouquíssimas como essas que permitem as pessoas terem tatuagem. Euzinha mesma tenho uma, mas ela fica em local estratégico que é pra não dá problema, viu?

Este quadro logo abaixo, foi enviado por um dos nossos amigos, o Fernando, e explica bem as oportunidades que poderão chegar até você. Mas lembre-se: não leve tudo muito sério, tá bom? Pois quando a gente leva tudo muito sério, até na hora de mostrar a sua rebeldia fazendo uma tatuagem fica repetitiva. Não é à toa que você vê muitos dragões, serpentes, mulher pelada no braço, por aí.

Valeu Fernandinho! Uhu!


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Campeonato de Barrigada

É engraçado ver como o homem inventa coisas para acabar com o tédio. Ou o que quer que ele esteja sentindo falta. Porque pelo amor de Deus, eu não acreditei quando vi que existia um Campeonato de Barrigada. E o négocio é levado tão a sério que existe até jogos online de barrigada com escalas para quem quer fazer a melhor pontuação. Você deve estar se perguntando: “O melhor jogador venceu fazendo o quê?”. Acredite, dando a barrigada mais violenta dentro d´água de forma que a barriga do sujeito fique mais vermelha possível. É sério. O assunto mereceu reportagem no Globo Esporte de ontem. O que fez nossos amigos nos avisarem correndo sobre as peculiaridades deste esporte para trazer aqui, sempre pra você, leitor querido, as bizarrices do mundo a fora. Não acredita ainda? Então veja os links que separamos e o joguinho online também.

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Fotos: do site Nadaver.

A dica foi da Marcinha. Valeu Marcinha! Uhu!

Aproveite também para brincar com o Jogo Belly Flop Hero. Vídeo game das barrigadas.