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Um lapso relapso.

O título não foi para se exibir. Depois de tanto tempo ausente, se exibir neste espaço talvez seja a última coisa que a gente consiga fazer. Pois é, meu querido leitor. O Mov.E. também tem lapsos. E não daqueles de memória. No nosso caso é o de escrever pra você mesmo. Porque isso fica parecendo que a gente tá dando um gelo em você, mas não é isso. Você trabalha, então entende a gente, né. Ou não?

Bom, mea culpa a parte, deixa a gente falar de uma coisa interessante. Ontem estivemos na final do programa Ídolos, sabiam? É sério! Quem vos escreve aqui, ganhou um abençoado convite para assistir tudo de camarote, ou melhor, do mezanino. Sim, sim, haviam muitas regalias. Mas não pense que tudo é só glamour.

Primeiro chegamos em um grupo de amigos, fomos comer no Fifties, encontramos mais amigos na porta, nos cumprimentamos, nos apresentamos, batemos um papo, bebemos um drink dançante, até entrar no Via Funchal. Lá dentro nos separamos, uns foram para a pista. E eu fui subir para o meu mezanino. Até aí, tudo bem. Comida e bebida liberado, gente bonita, aquela coisa toda. Só chegou um convidado inesperado no evento e principalmente nesta época do ano: o calor. Vou confessar uma coisa a você, querido leitor. Derretemos. A minha testa brilhava. O povo daqui do Mov.E. é guerreiro, resiste até o final. E foi assim que assistimos o Rodrigo Faro apresentando a Claudia Leite, o Lulu Santos, Rebelde, Zezé de Camargo e Luciano (mais artistas se apresentaram, mas não lembro os nomes agora) e os finalistas: com o rosto brilhando.

Outra coisa que me chamou a atenção, além do calor, foi perceber o quanto as pessoas famosas são reais. Pois é, por que a gente as vezes endeusa as pessoas de tal maneira, que é como se eles nem precisassem pentear os cabelos. Basta acordar e tá cabeleira toda lá arrumadinha. Como diriam uns amigos meus, “a intimidade é uma merda”. Percebi que quando você chega muito perto, o encanto perde efeito. Tem prazo de validade. Eu já sabia disso, mas no show de ontem ficou tudo concreto.

Bicho, eu olhava a Claudia Leite, o Lulu, Rebelde, Zezé de Camargo e Luciano e pensava assim: “cara, esses malucos podiam ser meus vizinhos.” Não pensem aqui que é pretensão. Deus me livre. Mas ao olhar de perto, você percebe que eles são iguais a você. Eles suam, tem rugas, usam maquiagem para esconder sinais da idade e outra coisas que nem valem  apena escrever aqui. A única diferença entre eles e você, é a conta bancária e a exposição na mídia. Se você parar para pensar um pouco, isso é um bom sinal. Afinal, todo mundo é igual, até que a conta bancária nos separe.

P.S.: Deve ser por isso que o Michael Jackson se isolava do mundo. Para manter o encanto intacto.

Ah, e parabéns ao Henrique, o vencedor do Ídolos.

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Meu celular é highlander.

Sem querer fazer apologia a qualquer marca de celular, mas eu tenho que confessar que o meu é highlander. O celular que desafia as leis da gravidade, da física e às sete vidas dos gatos. Porque dos gatos? Se eu te contar quantas vezes ele já deu pau e continua aí, na ativa, você, meu querido leitor, não acreditará.

Não sei nem explicar se isso é motivo de orgulho ou de vergonha. O motivo de orgulho é que ele está aqui, me acompanhando em muitas aventuras. Ele já registrou momentos históricos, inclusive algumas imagens que se encontram neste caro blog, tem em sua agenda contatos importantíssimos que fariam a terra tremer em momentos festivos e os seus toques são verdadeiros hinos da alegria.

Agora deixa eu falar do lado vergonhoso. Porque depois dessa bajulação toda tem que ter um lado podre, não é verdade? Celular é que nem gente: tem seu lado Ying e Yang, é de lua, acorda com o ovo, ou melhor, a bateria virada e você se depara com aqueles acontecimentos típicos. Tecla com problemas, quedas ornamentais ou então os mesmos fatos que ocorrem com o meu aparelho: flap com mau contato e sem tampa da bateria. Flap com mal contato, leia-se, você não enxerga quem está te ligando e tem que dar aquela agachadinha na tampa para fazer ligações. Isso sem falar da cor. Já vi aparelhos que eram cinzas no início e depois de um tempo highlandeando por aí, eles ficaram brancos.

Aí você se pergunta: “Ué, mas sem tampa? Como é que a bateria fica segura?” Gente, eu disse no título deste post que o negócio era highlander, né. Penélope e Aníbal sabem do que estou falando. Afinal de contas, já presenciaram diversas quedas no melhor estilo bungee jump. Mas uma outra pergunta feita por você: “quando vai tomar vergonha nessa cara e vai comprar outro aparelho?” Aí eu te responto: já estou fazendo isso, mas eu ainda tenho dúvida sobre qual será o próximo celular highlander.