Movimento Espontâneo

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Será que é uma Brastemp? É sim!

Essa história poderia ter acontecido com você. Se liga.
Com a palavra, um consumidor da Brastemp revoltado.


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O Mov.E. tem também literatura. E de Cordel.


Olha o que o nosso QG andou recebendo: um texto sensacional sobre o BBB no melhor estilo de cordel. O autor é o Antônio Barreto, responsável pelo blog “A voz do Cordel”. Vamos à obra:

Nota: isso aqui não é uma propaganda anti-BBB. O Mov.E. tem seus gostos, você tem os seus. Cada um assiste e dá audiência ou não para o que quiser. Confesso que prefiro o programa do Jamie Oliver, mas tem gente aqui no nosso QG que prefere o canal National Geographic. Vai entender.

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BIG BROTHER BRASIL, UM PROGRAMA IMBECIL

Autor: Antonio Barreto, natural de Santa Bárbara-BA,
residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…


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Bota pra correr, Dodson!

Assunto do dia hoje no trabalho: o clipe “Bed Intruder Song”. Parece ficção mas pelo que andei lendo aconteceu com este cidadão aqui. O nome dele é Antoine Dodson e ao perceber um invasor em sua residência, tentando violentar a sua irmã, o rapaz botou o infeliz pra correr. E quem disse que o Dodson ia deixar por isso mesmo? Que nada, ele fez um clipe com uma música parodeando toda a situação. A canção já está bombando na net e trouxe muita coisa boa pro nosso herói e agora celebridade.

É isso aí, Dodson. Bota o vagabundo pra correr mesmo.


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Favela

É, estimado leitor. Com a proximidade das eleições você deve estar acompanhando uma série de paródias com os candidatos que envolvem o que há de mais badalado na música pop, tanto nacional quanto internacional. Nesta noite de quarta-feira mesmo, 15 de setembro, tive a oportunidade de assistir uma bem engraçada, feita pela MTV. A paródia não foi feita em cima de um político, mas com certeza tem muita coisa a dizer pra gente. E te digo, pô. Com a programação televisiva do jeito que anda, este clipe é um colírio para os meus olhos e acredito que até para os seus. Fala sério. Quem aguenta mais um debate em que os candidatos estão interpretando um papel teatral? Quem aguenta ver um canal só com programa religioso? Quem tem saco de olhar um canal que fica vendendo coisas o dia inteiro? E mais: como alguém consegue ficar ouvindo por meses aquele sotaque-imitação-paraguaia-de-italiano que assola a vênus platinada? Meu bem, nem com Lexotan. Cruzes!

São momentos como esses que ler um livro chega ser uma experiência orgástica ou as redes sociais como o Twitter, o Facebook, o Orkut e  o Youtube, são  ótimos como campo de concentração para nós, refugiados da TV.  E olha que não sou tão expert em redes sociais assim hein. Mas se você, leitor, não consegue viver sem a TV, dê uma espiadinha neste clipe que eu falei lá no início do post. No mínimo ele vai deixar uma risadinha no canto da sua boca. Capito?

Nossa! Dei essa volta toda pra falar de um clipe? Credo! Que bom que você gosta da gente hein. rs


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Depois do jogo de hoje, era só o que faltava.

Não quero falar mal da Seleção não, mas… De repente é uma ideia pra quando os nossos jogadores quiserem passear pelas ruas e receber aplausos. A boa ideia, quer dizer péssima, foram de dois criativos, talvez estudantes, de uma universidade na Holanda chamada Willen de Kooning Academie. Onde mais seria? O lugar possui cursos de graduação em artes, ilustração, design, propaganda, fotografia, animação e muito mais. Vale a pena entra no site deles para conhecer.
Os criativos são Bas van de Poel e Daan van Dam.


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Chora não, Salomão.

Olha o que já tá rolando freneticamente nos Twitteres da vida. Um moleque sendo consolado pela sua mãe após a derrota da Seleção Brasileira para a Holanda (que bizarro né). O nome é Salomão e as tiradas que ele tem num diálogo engraçadíssimo com sua mãe são sensacionais. Dá uma espiada só. Com certeza vai ser um dos vídeos campeões de exibição.


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Chandon que virou água

No último domingo, estava eu, de bob em casa, quando um grande amigo resolveu me ligar. Aliás eu estava num grande furo com ele, por ter dormido no dia do seu aniversário. É sério, estava com o corpo que não aguentava ficar de pé. Mas voltando ao assunto, ele me ligou e fomos nós encontrar com mais outro amigo e partir para a festa do Promenade Chandon na Oscar Freire. Era gente bonita para tudo quanto é lado, diga-se de passagem. Várias garrafas prontas para serem abertas e degustadas ao ar livre.

Eu e o meu outro amigo, que somos da área da comunicação e marketing, não conseguimos deixar de passar um pente fino na ação que se desenrolava na rua. Os detalhes são grandes, então eu separei tudo bem bonitinho para você entender melhor o processo. Aí vão os dez passos para o mico de uma marca (isso você não vai encontrar no Kotler, meu filho!):

1 – A festa, por mais que ocontecia em local público, era somente para um “seleto” grupo de pessoas. Aquelas, que a gente está tentando adivinhar até agora, que possuiam a famosa pulseira-convite.

2 – Não havia um aviso sequer que haveria áreas exclusivas para pessoas com convite.

3 – A Chandon que estava exposta na rua não estava a venda.

4 – Várias pessoas tentavam entrar nos locais exclusivos e eram expulsas.

5 – Andar de salto em ruas íngremes como as dos Jardins é uó pra qualquer pé. Ninguém merece.

6 – Vou comprar a garrafa do concorrente da Chandon.

7 – Fomos para uma festinha muito melhor num apê de outros amigos. Bebemos ótimos vinhos.

8 – Li num site aí que tudo foi feito para proporcionar bem-estar e sedução. Bem, eu não me senti nem um pouco seduzida. Talvez abduzida.

9 – Se você foi, deixe seu comentário aqui. Espero que tenha tido mais sorte que a gente.

10 – Vou beber antes de chegar nessas festas. Porque às vezes, a ignorância é uma benção. Você fica menos atenta a detalhes como estes, se diverte mais e põe até foto do lugar no post.

Obs.: este post é uma homenagem ao meu amigo Gui. Parabéns atrasado Gui! Uhu!