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Estaremos lá.

Todo mundo vai dançar. Você já sabe até do que estamos falando, não é? Isso mesmo. O lema que bate lá também bate aqui. “Thursday is the bomb”.

Vem curtir você também e conhecer de perto que faz o Mov.E.

Estaremos no Studio Lounge curtindo a Chris Brawn e o Dj Rods.

Beijo no Ombro em homenagem a Valesca

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O R&B-A-BÁ de Erikah Badu

Um show incrível, com gente igualmente incrível. Isso é o que gente pode dizer sobre o show da cantora Erikah Badu que aconteceu ontem no Sesc Santo André. O Mov.E, como sempre, frenético por boa música, esteve presente e se esbaldou com o canto e encanto desta cantora talentosa.

Momento inesquecível foi se deparar com o “mosh” da cantora no meio da multidão. Isso mesmo, estimado leitor, ela literalmente se jogou no povo. E foi lindo! Sem falar na quantidade de vezes em que disse: Sao Palo! Sao Palo! I love you! Se lê assim mesmo, do jeito que foi escrito, tá? Só pra mostrar o sotaque da moça.

Ah, chega de papo e veja as fotos.

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Sobre a Erikah Badu aqui e aqui.


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Isso é só o começo // It is just the beginning

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A gente não precisa de muita informação concreta para sentir que algo novo está para acontecer ou está acontecendo. Basta acionar a sua sensibilidade, olhar para o céu, olhar as pessoas ao redor. Você vai dizer com tranquilidade: “é, tem algo de novo no ar”. Essa sensação aconteceu ontem durante todo o dia 5 de dezembro de 2013.

Não precisei olhar os jornais locais, consultar a internet ou perguntar para algum amigo. Claro que fiz isso logo na sequência do meu estranhamento. E a conclusão foi: sim, morreu Nelson Mandela. Mas a missão dele foi cumprida. Porém não concluída, sabe porquê? Ainda insistimos em vivermos separados. Mas separados por bobagens, pré-julgamentos, preconceitos, avaliações superficiais de nós mesmos.

Isso mesmo. Não é sobre o outro que estamos falando. Ao fazermos tais avaliações, estamos mostrando quem realmente somos, como funciona o nosso coração (se é que a gente tem um, né), os nossos olhos, a nossa percepção da vida. Não estou falando aqui que iremos conseguir amar todo mundo. Deveríamos, mas…

Estou falando que devemos nos policiar constantemente para que nossos pensamentos não virem ações prejudiciais às vidas das pessoas que irão sentir as consequências delas pelo caminho. E acorde! Estas ações, além de prejudicar o próximo, no fundo no fundo estão agredindo a você mesmo.

Veja como é ridículo existir uma fila para brancos e negros. Como se não viéssemos da mesma origem. Veja como é ridículo termos escolas para pessoas com a pigmentação da pele diferente. Afinal de contas, somo índios, portugueses, africanos, pardos, mamelucos, cafusos, mulatos, brancos, branquinhos, branquelo, pretinhos, negões, amarelos, jambo, moreninhos e no qual a raça é uma só. A humana.

Vamos fazer o seguinte. Que tal fazermos uma alto avaliação. O Mov.E, você, todos que leem isso aqui ou não. Vamos pensar ao contrário. Vamos fingir que fomos julgados e presos porque queríamos que todos pudessem beber um copo d’água. Isso mesmo, um copo d’água. E no julgamento a prisão era o nosso quarto, mas sem nada, tá? Quem já foi sequestrado sabe do que estou falando.

Viva Mandela! Viva a sua luta pela liberdade. Que será eterna.

Vejam dois vídeos da música “Mandela Day”. Uma homenagem do grupo Simple Minds feita no final da década de 80.


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Precisa dizer alguma coisa? Ah sim, parabéns!

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De bolinha no Rio de Janeiro.

O que foi a exposição da japa mais irada dos últimos tempos no CCBB do Rio? O Mov.E. esteve lá de corpo presente para vivenciar uma experiência mágica pelos corredores daquele endereço histórico e se encantou com o trabalho da Yayoi Kusama. Este trabalho, que se chama “Obsessão Infinita”.

Logo na sala principal a gente deu de cara com umas bolas gigantes cor de rosa de bolinhas pretas penduradas no teto. Algumas estavam até bem próximas do povo. Aliás, diga-se de passagem, ela tem paixão por bolas e um certo terror pelo instrumento fálico. Não vamos entrar em detalhes aqui para você verificar pessoal o porquê.

Seus quadros têm um colorido vivo e suas esculturas possuem um mistério único. Basta observar por alguns minutos, de preferência de cabeça vazia. Esquece o mundo lá fora e deixe seus pensamentos levar você o mundo da Kusama. A atração principal, campeã de audiência até aqui nas internas do Mov.E, foi sala de bolinhas iluminadas. Só na admiração já tivemos várias ideias para ambientar as festas que iremos fazer por aí.

Bom, sem delongas e com esperança de ter deixado você curioso com a exposição, nos vemos aqui em breve. Enquanto isso, vá lá. Dê uma passadinha. É tudo 0800 (grátis). O teaser não foi o suficiente? Então fique com algumas fotos que tiramos no recinto.

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A exposição apresenta 110 obras. Um acervo que inclui pinturas, trabalhos sobre papel, esculturas, vídeos e instalações. A curadoria é de Philip Larratt–Smith e Frances Morris.
Informações sobre a Yayoi Kusama aqui e aqui.


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Essas pessoas insatisfeitas e suas ideias esquisitas.

Juro por Deus! A minha ignorância, quando se manifesta, costuma sair pela minha boca em forma desta frase: “isso é falta do que fazer”. Mas ainda bem que a minha ignorância tem vida curta numa matéria como esta.

São assuntos como estes que a gente tem que dar força mesmo. Pô, o mundo, visto pela ótica dos telejornais, já acabou faz tempo. É o Dia do Julgamento que encaramos quando deixamos de lado informações relevantes, de coisas boas, de esperança.

E a matéria, que é ao mesmo tempo louca e boa, é de um cara que inventou um lance, que capta energia da nossa respiração para abastecer aparelhos portáteis, como o iPhone, por exemplo. Viu como o filme Matrix não era uma loucura total? Lá já diziam que o corpo humano poderia funcionar como uma bateria, e muito bem.

O cabra, dono do invento, se chama João Paulo Lammoglia. E ele cismou em converter o poder da sua respiração em energia elétrica, utilizando turbinas eólicas, e alimentando pequenos aparelhos portáteis.

O produto é a máscara AIRE ligado a um dispositivo iOS – Powered.

Aliás, esse carinha adora inventar coisas legais e úteis. Dê uma fuçada no site dele também.

 Site dele aqui também.


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É dia de Iemanjá. E vem festa chegando aí.

Leitor periguete é aquele que não perde um agito, nem uma festinha sequer. Principalmente as nossas. E o Mov.E., tem os seus 5 ou 6 desse tipo. Esse ano eles terão um motivo ainda maior para saracutiar seus sapatinhos estilosos numa produção que a nossa equipe está suando para realizar. Uma mistura de documentário, clipe e com muita música eletrônica para a gente se esbaldar, ir até o chão noite adentro. Com bebidinhas, gente bonita e muito mais.

Enquanto a gente não pode adiantar os detalhes, fique com o som de um dos djs deste projeto, meu leitor periguete. Assim você já vai treinando em casa como irá sacolejar o corpitcho na pista de dança. Aproveita também que dá pra fazer o download gratuitamente e levar pra onde você quiser.

Salve Iemanjá!

Salve a nossa produção!

Axé e vamos dançar!