Pinguário. É, isso existe!

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Pinguário. É, isso existe!

E fica na Praça Roosevelt, São Paulo.
Num barzinho chamado Papo, Pinga & Petisco, com suas iguarias deliciosamente prontas para serem degustadas com prazer, um canto do estabelecimento nos chamou a atenção com sua inusitada decoração.

Ficamos tão sem palavras que decidimos mostra aqui com foto. Pra você ver que não é brincadeira. É real.


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De bolinha no Rio de Janeiro.

O que foi a exposição da japa mais irada dos últimos tempos no CCBB do Rio? O Mov.E. esteve lá de corpo presente para vivenciar uma experiência mágica pelos corredores daquele endereço histórico e se encantou com o trabalho da Yayoi Kusama. Este trabalho, que se chama “Obsessão Infinita”.

Logo na sala principal a gente deu de cara com umas bolas gigantes cor de rosa de bolinhas pretas penduradas no teto. Algumas estavam até bem próximas do povo. Aliás, diga-se de passagem, ela tem paixão por bolas e um certo terror pelo instrumento fálico. Não vamos entrar em detalhes aqui para você verificar pessoal o porquê.

Seus quadros têm um colorido vivo e suas esculturas possuem um mistério único. Basta observar por alguns minutos, de preferência de cabeça vazia. Esquece o mundo lá fora e deixe seus pensamentos levar você o mundo da Kusama. A atração principal, campeã de audiência até aqui nas internas do Mov.E, foi sala de bolinhas iluminadas. Só na admiração já tivemos várias ideias para ambientar as festas que iremos fazer por aí.

Bom, sem delongas e com esperança de ter deixado você curioso com a exposição, nos vemos aqui em breve. Enquanto isso, vá lá. Dê uma passadinha. É tudo 0800 (grátis). O teaser não foi o suficiente? Então fique com algumas fotos que tiramos no recinto.

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A exposição apresenta 110 obras. Um acervo que inclui pinturas, trabalhos sobre papel, esculturas, vídeos e instalações. A curadoria é de Philip Larratt–Smith e Frances Morris.
Informações sobre a Yayoi Kusama aqui e aqui.


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E já virou piada.

Como sempre, já fizeram piada com o assunto “Toddynho” na internet. Eis que encontramos pelo Facebook bombando. A dica é da Maiara para a Josi. Valeu meninas! Uhu!
Matérias sobre o assunto aqui e aqui.


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Meu celular é highlander.

Sem querer fazer apologia a qualquer marca de celular, mas eu tenho que confessar que o meu é highlander. O celular que desafia as leis da gravidade, da física e às sete vidas dos gatos. Porque dos gatos? Se eu te contar quantas vezes ele já deu pau e continua aí, na ativa, você, meu querido leitor, não acreditará.

Não sei nem explicar se isso é motivo de orgulho ou de vergonha. O motivo de orgulho é que ele está aqui, me acompanhando em muitas aventuras. Ele já registrou momentos históricos, inclusive algumas imagens que se encontram neste caro blog, tem em sua agenda contatos importantíssimos que fariam a terra tremer em momentos festivos e os seus toques são verdadeiros hinos da alegria.

Agora deixa eu falar do lado vergonhoso. Porque depois dessa bajulação toda tem que ter um lado podre, não é verdade? Celular é que nem gente: tem seu lado Ying e Yang, é de lua, acorda com o ovo, ou melhor, a bateria virada e você se depara com aqueles acontecimentos típicos. Tecla com problemas, quedas ornamentais ou então os mesmos fatos que ocorrem com o meu aparelho: flap com mau contato e sem tampa da bateria. Flap com mal contato, leia-se, você não enxerga quem está te ligando e tem que dar aquela agachadinha na tampa para fazer ligações. Isso sem falar da cor. Já vi aparelhos que eram cinzas no início e depois de um tempo highlandeando por aí, eles ficaram brancos.

Aí você se pergunta: “Ué, mas sem tampa? Como é que a bateria fica segura?” Gente, eu disse no título deste post que o negócio era highlander, né. Penélope e Aníbal sabem do que estou falando. Afinal de contas, já presenciaram diversas quedas no melhor estilo bungee jump. Mas uma outra pergunta feita por você: “quando vai tomar vergonha nessa cara e vai comprar outro aparelho?” Aí eu te responto: já estou fazendo isso, mas eu ainda tenho dúvida sobre qual será o próximo celular highlander.


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Lápis ou computador? Eis a questão.

Eu nunca parei para pensar nisso quando um dia fui escrever num pedaço de papel branco e aconteceu o que? Me deu branco. Sempre tive ao meu lado uns bloquinhos loucos, de capas com ilustrações modernas ou coisa assim. Já deixei um deles até ao lado da minha cama antes de dormir. Ué, vai que surge uma idéia no meio dos meus sonhos e eu resolva registrar tudo lá.

Mas gente, isso acontece raramente agora. Adivinha o motivo. Tem um computador prontinho para essas ocasiões na minha frente. E quando me deu aquele branco, fui correndo para o teclado e digitei tudo que eu queria. Saiu tudo facinho, facinho. Na hora não me deu branco, me deu texto no Word, Msn, Facebook, Twitter, Orkut. Sei lá. Só sei que deu um monte de coisa pra fazer ao mesmo tempo. E o que eu só queria era escrever um simples texto.

Quando tudo começou a fluir bem, comecei a questionar se eu sabia ainda escrever com as mãos, como fazia até bem pouco tempo atrás. Pensei: “Caraca, vou para alfabetização outra vez”. Eu sei que no computador tudo é melhor, mais rápido, mais fácil e blá, blá, blá. Mas hoje eu me peguei abrindo um caderno e escrevendo normalmente, sem dar branco. A única coisa que deu foi o azul, da minha caneta esferográfica. Como é bom ficar em cima do muro nessas horas. É como ter dois amores em mundos diferentes, mas que se complementam.


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Retrato da ignorância nas mídias sociais. A gente tem esperança e fé que isso um dia termine.

O lance todo aconteceu ontem no Facebook e está reverberando nervoso até agora. É um caso típico de preconceito que aconteceu com duas crianças na praia. E depois do episódio esdrúxulo, o seu pai, indignado e com razão, escreveu esta carta, que o Mov.E. faz questão de reproduzir aqui.

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DO ÓDIO E DA IGNORÂNCIA: UM PAI DESTRUÍDO POR DENTRO

por Felipe Barcellos, quinta, 17 de fevereiro de 2011 às 02:12

Bom dia,

Nunca imaginei que tivesse que viver na pele a dor de um cidadão agredido com sua família em um dia de festa.

Contra socos nos defendemos, mas contra o cerceamento do direito de ir e vir de uma criança devido a sua aparência, fica a raiva guardada por ter que conter a violência para não aumentar o dano emocional sofrido por minha filha.

Eu só queria traze-la para casa, para que ela pudesse sentir-se segura novamente.

Escolhemos o quiosque Espaço OX, no Leme para comemorarmos o aniversário de 5 anos de minha filha mais nova, com amigos e familia, cerca de 20 pessoas. Reservamos e chegamos com as crianças as 19h00. Realizamos a comemoração comas minhas filhas, Lia e Dora, que durante todo o tempo brincaram nas dependências do quiosque as vistas dos funcionários.

Todos os convidados consumiram regiamente e pagaram suas despesas com tranquilidade.

Aos nos prepararmos para ir embora, as 22h30, a funcionária Loi impediu minhas filhas, Lia(9 anos) e a aniversariante Dora (5 anos) de entrarem no quiosque ao retornarem do banheiro.

O motivo: alegou que seriam crianças de rua, por serem negras e terem cabelos crespos. Para encurtar uma longa historia: minha filha mais velha, de apenas 9 anos, está em choque.

As alegações da funcionária não apenas são racistas e incidem em constrangimento ilegal e cerceamento do direito de ir e vir, como denotam a falta de atenção dedicada aos consumidores que frequentam o espaço. Vou entrar com medidas legais contra o estabelecimento e um processo por constrangimento ilegal, injuria, difamação e crime de racismo contra a funcionária.

Não queiram saber a dor de um pai ao vivenciar tais cenas em um dia de festa. A dor não vai embora quando fecho os olhos. Me vem a imagem de minha filha, minutos antes extasiada de alegria e em seguida chocada com uma realidade distorcida.

Estou sentindo muita dor. Uma dor que não vai embora.

A funcionária tinha a obrigação de observar quem estava na mesa mais numerosa do estabelecimento, estávamos minutos antes cantando parabéns e repartindo um bolo.

Impossível não ver a alegria que minhas filhas viviam em meio a amigos e família.

Loi estragou tudo com seu preconceito e despreparo para lidar com o publico. Precisa ser punida de forma exemplar.

Minha filha, uma crianca que é o que existe de mais valioso em minha vida, está DESTRUÍDA, achando-se culpada por não ter a aparência “certa” para poder ir e vir.

Espero que tal comportamento não seja uma norma do Grupo OX e da Orla Rio.

Esta carta está sendo copiada aos principais jornais do Brasil e publicações do segmento de turismo no Brasil e no exterior, em inglês.

Felipe Barcellos

Pai

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O link do Felipe no Facebook está aqui.