Movimento Espontâneo

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CANCELADO. A palavra que o Mov.E menos gosta.

É com tristeza que informamos que a Festa Patuá, que teria uma edição neste sábado dia 30, foi CANCELADA.

Estamos tristes? É, um pouco, mas tranquilos porque haverá outra. E esperamos que em breve.

Mais informações, é só acompanhar o Mov.E, ok?

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Retrato da ignorância nas mídias sociais. A gente tem esperança e fé que isso um dia termine.

O lance todo aconteceu ontem no Facebook e está reverberando nervoso até agora. É um caso típico de preconceito que aconteceu com duas crianças na praia. E depois do episódio esdrúxulo, o seu pai, indignado e com razão, escreveu esta carta, que o Mov.E. faz questão de reproduzir aqui.

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DO ÓDIO E DA IGNORÂNCIA: UM PAI DESTRUÍDO POR DENTRO

por Felipe Barcellos, quinta, 17 de fevereiro de 2011 às 02:12

Bom dia,

Nunca imaginei que tivesse que viver na pele a dor de um cidadão agredido com sua família em um dia de festa.

Contra socos nos defendemos, mas contra o cerceamento do direito de ir e vir de uma criança devido a sua aparência, fica a raiva guardada por ter que conter a violência para não aumentar o dano emocional sofrido por minha filha.

Eu só queria traze-la para casa, para que ela pudesse sentir-se segura novamente.

Escolhemos o quiosque Espaço OX, no Leme para comemorarmos o aniversário de 5 anos de minha filha mais nova, com amigos e familia, cerca de 20 pessoas. Reservamos e chegamos com as crianças as 19h00. Realizamos a comemoração comas minhas filhas, Lia e Dora, que durante todo o tempo brincaram nas dependências do quiosque as vistas dos funcionários.

Todos os convidados consumiram regiamente e pagaram suas despesas com tranquilidade.

Aos nos prepararmos para ir embora, as 22h30, a funcionária Loi impediu minhas filhas, Lia(9 anos) e a aniversariante Dora (5 anos) de entrarem no quiosque ao retornarem do banheiro.

O motivo: alegou que seriam crianças de rua, por serem negras e terem cabelos crespos. Para encurtar uma longa historia: minha filha mais velha, de apenas 9 anos, está em choque.

As alegações da funcionária não apenas são racistas e incidem em constrangimento ilegal e cerceamento do direito de ir e vir, como denotam a falta de atenção dedicada aos consumidores que frequentam o espaço. Vou entrar com medidas legais contra o estabelecimento e um processo por constrangimento ilegal, injuria, difamação e crime de racismo contra a funcionária.

Não queiram saber a dor de um pai ao vivenciar tais cenas em um dia de festa. A dor não vai embora quando fecho os olhos. Me vem a imagem de minha filha, minutos antes extasiada de alegria e em seguida chocada com uma realidade distorcida.

Estou sentindo muita dor. Uma dor que não vai embora.

A funcionária tinha a obrigação de observar quem estava na mesa mais numerosa do estabelecimento, estávamos minutos antes cantando parabéns e repartindo um bolo.

Impossível não ver a alegria que minhas filhas viviam em meio a amigos e família.

Loi estragou tudo com seu preconceito e despreparo para lidar com o publico. Precisa ser punida de forma exemplar.

Minha filha, uma crianca que é o que existe de mais valioso em minha vida, está DESTRUÍDA, achando-se culpada por não ter a aparência “certa” para poder ir e vir.

Espero que tal comportamento não seja uma norma do Grupo OX e da Orla Rio.

Esta carta está sendo copiada aos principais jornais do Brasil e publicações do segmento de turismo no Brasil e no exterior, em inglês.

Felipe Barcellos

Pai

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O link do Felipe no Facebook está aqui.


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Será que é uma Brastemp? É sim!

Essa história poderia ter acontecido com você. Se liga.
Com a palavra, um consumidor da Brastemp revoltado.


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Depois do jogo de hoje, era só o que faltava.

Não quero falar mal da Seleção não, mas… De repente é uma ideia pra quando os nossos jogadores quiserem passear pelas ruas e receber aplausos. A boa ideia, quer dizer péssima, foram de dois criativos, talvez estudantes, de uma universidade na Holanda chamada Willen de Kooning Academie. Onde mais seria? O lugar possui cursos de graduação em artes, ilustração, design, propaganda, fotografia, animação e muito mais. Vale a pena entra no site deles para conhecer.
Os criativos são Bas van de Poel e Daan van Dam.


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Chora não, Salomão.

Olha o que já tá rolando freneticamente nos Twitteres da vida. Um moleque sendo consolado pela sua mãe após a derrota da Seleção Brasileira para a Holanda (que bizarro né). O nome é Salomão e as tiradas que ele tem num diálogo engraçadíssimo com sua mãe são sensacionais. Dá uma espiada só. Com certeza vai ser um dos vídeos campeões de exibição.


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Implicando com as palavras.

Você presta atenção nas palavras? No jeito como as pessoas falam ou quando começam a usar um termo fora do costume de antes? Caraca! Eu presto. Deve ser uma neurose, sei lá. Até porque eu trabalho escrevendo, não consigo evitar. É uma coisa que corrói por dentro, entende. Outro dia eu fiquei prestando atenção das palavras do mundo corporativo. Acho que decretaram alguma lei no qual a palavra funcionário não existe mais. Assim como decapitaram o sinal de trema, hoje em dia toda a cultura corporativa só fala em colaborador.

Agora me diz uma coisa: qual a diferença disso? Será que funcionário ficou “demodê”? Se bem que, no mundo das palavras, elas também tendem a ficar “out”. Até o termo que usei antes, “demodê”, tá “demodê”. Oui monsier e madam, presta atenção só num empresário falando. É assim ó: “o nosso quadro de colaboradores crescerá em 2010 consideravelmente”. Se você é uma dessas empresas de colaboradores, cuidado hein. Tu sabe como é patrão.

Num país como o nosso, é até compreensível fazerem pouco caso da palavra “funcionário”. Lembra muita vezes coisa de otário, de quem está preso por obrigação. As palavras até rimaram. Por outro lado, “colaborador”, soa como uma camuflagem. Do tipo: você colabora para a nossa família, nossa empresa, coisa e tal. Vem cá, cara pálida, desde quando a empresa é minha? Não vi nenhum contrato dizendo que tenho ações dela ou coisa parecida.

Nossa! Eu tive uma professora de português que ia a-do-rar esta questão. Pra ficar brincando com as palavras, sabe. Ela iria dividir a turma em dois times: o grupo dos funcionários versus o grupo dos colaboradores. Depois pegaria sua caneta Pilot e iria para o quadro fazer uma espécie de gincana de erros e acertos. Ela era daquelas que gostava de métodos alternativos de aprendizado. Ela era tão animada que você nem iria suspeitar do verdadeiro significado dessas palavras no dia a dia.

Bom, saindo do momento nostalgia/escola, sou que nem você, que trabalha, que sai muitas vezes de casa sem tomar café (acho isso uó) e pega engarrafamentos que ninguém mais acredita que seja engarrafamento. Uma coisa eu ainda vou descobrir: se existe realmente alguma diferença entre ser colaborador e funcionário. Porque quando chega o final do mês, essas duas palavras perdem completamente o significado. E pra você?


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Mais um hit do verão.

Dizem que no Brasil tudo acaba em samba. Mas o final de 2009 vai acabar em funk. Vejam o que um tal de MC Paulada, muito criativo, andou fazendo por aí, digo, musicalmente. É o mais novo hit do verão de 2009, “Funk Caixa de Pandora”. Veja isso. Ah, e tem a letra também. Acompanhe.

Funk da Caixa de Pandora (MC Paulada)

“Chega de tanta mentira,
de tanta enganação
O povo já não agüenta
Falso Político ladrão

Bota o dinheiro na meia
Também bota na cueca
Ainda diz que é cristão
Isso é o falso profeta

Enquanto o povo reclama
Tem gente saindo fora
A Federal investiga
É a Caixa de Pandora

Eles dizem que o dinheiro
É pra comprar panetone
E a saúde piorando
Pobre morrendo de fome

Escândalos e denúncias
nos deixam envergonhados
Não dá pra viver assim
Não dá pra ficar calado

Precisamos ir pra rua
Pra ver se essa história muda
Todos de cara pintada
Gritando fora Arruda!”


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Como foi o seu apagão?

avisoapagão

Mensagem na Avenida Paulista fotografada no domingo (15/11) de manhã.

Não resisti e resolvi jogar para você esta pergunta. Até porque a gente aqui do Mov.E fez uma sugestão pra você sair na última terça, e a festa aconteceu no momento do apagão. Consequentemente, não conseguimos chegar ao local, pois, falando por mim, ir para casa já foi uma grande aventura. Eu por exemplo estava no Rancho da Empada, na Sena Madureira, em Sampa. Estava degustando aqueles deliciosos salgados, contando algumas novidades para os amigos presentes e de lambuja ainda no meio de um sorteio do nosso amigo oculto (ou secreto pra quem preferir). Sinceramente eu pensei que fosse só naquela região a falta de luz.

Voltando para casa, constatei o que há muito havia imaginado: o ser humano sem luz volta para o tempo das cavernas. Gente, estava tudo tão preto na minha rua, que quando passava um carro eu dava graças à Deus por ter alguma coisa iluminada. Na Paulista tinha alguma coisa para dar um alívio, mas em volta… E o povo andando pelas ruas? As saídas do metrô, como falei para vários amigos meus, parecia um formigueiro em retirada quando algum inimigo natural resolve invadir o seu lar. Era tanta gente, que se tivesse luz nas ruas eu pensaria em uma passeata ou procissão de algum dia santo. Mas não era nada disso. Estavam todos sem rumo, perdidos e procurando algum transporte alternativo para voltar para casa.

Ufa cheguei! Quando dei de cara com o portão de onde moro, os meus vizinhos quando me viram ficaram felizes. Trocamos informações sobre o acontecido, liguei para os familiares distantes e vi que estavam todos bem.

É minha gente, neste apagão o que reinou foi o velho conhecido radinho de pilha e os celulares, que enviavam ou recebiam as notícias sobre tudo o que aconteceu. Fiquei sabendo também que até a Madonna entrou na dança, ou melhor, no apagão. Acho que deu até mais clima no jantar que ela se encontrava ao lado de Jesus Luz. Jantar a luz de velas não é romantico? Então. Isso sem falar nas piadinhas via twitter a respeito desse assunto, como frases do tipo “Jesus deu a luz a Madonna”. Afe. Se a gente tem o hábito de rir de desgraças piores, com o apagão vai ser fichinha. Outra coisa que ficou para a história foi o próprio apagão em si. Já encontrei camisetas e textos nas ruas com os seguintes dizeres: “Apagão 2009. Eu fui!” Aliás esse é um dos poucos acontecimentos que você não tem muito como perder quando ocorre quase no Brasil todo. Você só tem como se perder mesmo.

Quem quiser contar como foi a sua aventura no apagão de 2009, basta deixar um comentário aqui.

camisaapagão


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Lendo cérebro de publicitário.

Não conheço o autor. Mas diria que é um gênio. Quem é da área de comunicação, como a galera aqui do Mov.E., vai entender perfeitamente.

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“Criou daquela vez como se fosse a última.

Fez cada job seu como se fosse o único.

Pensou o dia inteiro e ficou o máximo.

Mandou pro atendimento num e-mail tímido.

Teve que refazer como se fosse máquina.

A campanha reprovada com argumentos sórdidos.

Criou mais uma vez outros roteiros mágicos.

Esperou aprovação como se fosse lógico.

O cliente não gostou e aconteceu o trágico:

pediu, como se fosse um príncipe, pra refazer.

Tentou reagir mas se sentiu estático.

Pensou mais uma vez no concurso público.

E virou a noite inteira parecendo um bêbado.

Comeu pizza de novo e ficou mais flácido.

Bebeu a noite inteira cafezinhos básicos.

Saiu de manhazinha se sentindo estúpido.

E ainda teve que voltar pra terminar no sábado”

Allan Ridolfi

A dica é do Idevã. Valeu Idevas! Uhu!


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Furo na reportagem.

Olha o que andou circulando na twitosfera, nesta segunda-feira ensolarada e a nossa amiga, a Mary Jo, do blog Nomadismo Celular, enviou pra gente. È minha gente, já dizia o ditado: “a vingança será maligna”. Mas nesse caso eu acho até que foi benigna. Vou te contar a história. Tudo começou com uma estudante de jornalismo (estou resumindo o que li no blog, viu?), chamada Luiza Benozzati, autora do blog Modifique-se. Ela, trocando figurinhas com o Maurício Stycer, avisou sobre um suposto copy&paste que um jornal impresso fez da internet, deixando rastros, e imensos rastros. É aquela típica história de comer no prato que cuspiu. Passado a polêmica de que blogueiro não é jornalista, mas que o inverso pode ser, deu para perceber que essa “lei” foi pelos ares com esta foto do jornal. Bom, a história ainda está desenrolando, porque o povo quer saber qual o nome do bendito jornal. Vejam vocês.

Valeu Mary Jo! Uhu!

Nem pra dar um delete na parte do texto que entrega hein.

Nem pra dar um delete na parte do texto que entrega hein.

Twiter da Luiza Benozzati: @lulubass

Twitter do Maurício Stycer: @mauriciostycer