Movimento Espontâneo

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Como foi o seu apagão?

avisoapagão

Mensagem na Avenida Paulista fotografada no domingo (15/11) de manhã.

Não resisti e resolvi jogar para você esta pergunta. Até porque a gente aqui do Mov.E fez uma sugestão pra você sair na última terça, e a festa aconteceu no momento do apagão. Consequentemente, não conseguimos chegar ao local, pois, falando por mim, ir para casa já foi uma grande aventura. Eu por exemplo estava no Rancho da Empada, na Sena Madureira, em Sampa. Estava degustando aqueles deliciosos salgados, contando algumas novidades para os amigos presentes e de lambuja ainda no meio de um sorteio do nosso amigo oculto (ou secreto pra quem preferir). Sinceramente eu pensei que fosse só naquela região a falta de luz.

Voltando para casa, constatei o que há muito havia imaginado: o ser humano sem luz volta para o tempo das cavernas. Gente, estava tudo tão preto na minha rua, que quando passava um carro eu dava graças à Deus por ter alguma coisa iluminada. Na Paulista tinha alguma coisa para dar um alívio, mas em volta… E o povo andando pelas ruas? As saídas do metrô, como falei para vários amigos meus, parecia um formigueiro em retirada quando algum inimigo natural resolve invadir o seu lar. Era tanta gente, que se tivesse luz nas ruas eu pensaria em uma passeata ou procissão de algum dia santo. Mas não era nada disso. Estavam todos sem rumo, perdidos e procurando algum transporte alternativo para voltar para casa.

Ufa cheguei! Quando dei de cara com o portão de onde moro, os meus vizinhos quando me viram ficaram felizes. Trocamos informações sobre o acontecido, liguei para os familiares distantes e vi que estavam todos bem.

É minha gente, neste apagão o que reinou foi o velho conhecido radinho de pilha e os celulares, que enviavam ou recebiam as notícias sobre tudo o que aconteceu. Fiquei sabendo também que até a Madonna entrou na dança, ou melhor, no apagão. Acho que deu até mais clima no jantar que ela se encontrava ao lado de Jesus Luz. Jantar a luz de velas não é romantico? Então. Isso sem falar nas piadinhas via twitter a respeito desse assunto, como frases do tipo “Jesus deu a luz a Madonna”. Afe. Se a gente tem o hábito de rir de desgraças piores, com o apagão vai ser fichinha. Outra coisa que ficou para a história foi o próprio apagão em si. Já encontrei camisetas e textos nas ruas com os seguintes dizeres: “Apagão 2009. Eu fui!” Aliás esse é um dos poucos acontecimentos que você não tem muito como perder quando ocorre quase no Brasil todo. Você só tem como se perder mesmo.

Quem quiser contar como foi a sua aventura no apagão de 2009, basta deixar um comentário aqui.

camisaapagão


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Lendo cérebro de publicitário.

Não conheço o autor. Mas diria que é um gênio. Quem é da área de comunicação, como a galera aqui do Mov.E., vai entender perfeitamente.

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“Criou daquela vez como se fosse a última.

Fez cada job seu como se fosse o único.

Pensou o dia inteiro e ficou o máximo.

Mandou pro atendimento num e-mail tímido.

Teve que refazer como se fosse máquina.

A campanha reprovada com argumentos sórdidos.

Criou mais uma vez outros roteiros mágicos.

Esperou aprovação como se fosse lógico.

O cliente não gostou e aconteceu o trágico:

pediu, como se fosse um príncipe, pra refazer.

Tentou reagir mas se sentiu estático.

Pensou mais uma vez no concurso público.

E virou a noite inteira parecendo um bêbado.

Comeu pizza de novo e ficou mais flácido.

Bebeu a noite inteira cafezinhos básicos.

Saiu de manhazinha se sentindo estúpido.

E ainda teve que voltar pra terminar no sábado”

Allan Ridolfi

A dica é do Idevã. Valeu Idevas! Uhu!


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Furo na reportagem.

Olha o que andou circulando na twitosfera, nesta segunda-feira ensolarada e a nossa amiga, a Mary Jo, do blog Nomadismo Celular, enviou pra gente. È minha gente, já dizia o ditado: “a vingança será maligna”. Mas nesse caso eu acho até que foi benigna. Vou te contar a história. Tudo começou com uma estudante de jornalismo (estou resumindo o que li no blog, viu?), chamada Luiza Benozzati, autora do blog Modifique-se. Ela, trocando figurinhas com o Maurício Stycer, avisou sobre um suposto copy&paste que um jornal impresso fez da internet, deixando rastros, e imensos rastros. É aquela típica história de comer no prato que cuspiu. Passado a polêmica de que blogueiro não é jornalista, mas que o inverso pode ser, deu para perceber que essa “lei” foi pelos ares com esta foto do jornal. Bom, a história ainda está desenrolando, porque o povo quer saber qual o nome do bendito jornal. Vejam vocês.

Valeu Mary Jo! Uhu!

Nem pra dar um delete na parte do texto que entrega hein.

Nem pra dar um delete na parte do texto que entrega hein.

Twiter da Luiza Benozzati: @lulubass

Twitter do Maurício Stycer: @mauriciostycer


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Chandon que virou água

No último domingo, estava eu, de bob em casa, quando um grande amigo resolveu me ligar. Aliás eu estava num grande furo com ele, por ter dormido no dia do seu aniversário. É sério, estava com o corpo que não aguentava ficar de pé. Mas voltando ao assunto, ele me ligou e fomos nós encontrar com mais outro amigo e partir para a festa do Promenade Chandon na Oscar Freire. Era gente bonita para tudo quanto é lado, diga-se de passagem. Várias garrafas prontas para serem abertas e degustadas ao ar livre.

Eu e o meu outro amigo, que somos da área da comunicação e marketing, não conseguimos deixar de passar um pente fino na ação que se desenrolava na rua. Os detalhes são grandes, então eu separei tudo bem bonitinho para você entender melhor o processo. Aí vão os dez passos para o mico de uma marca (isso você não vai encontrar no Kotler, meu filho!):

1 – A festa, por mais que ocontecia em local público, era somente para um “seleto” grupo de pessoas. Aquelas, que a gente está tentando adivinhar até agora, que possuiam a famosa pulseira-convite.

2 – Não havia um aviso sequer que haveria áreas exclusivas para pessoas com convite.

3 – A Chandon que estava exposta na rua não estava a venda.

4 – Várias pessoas tentavam entrar nos locais exclusivos e eram expulsas.

5 – Andar de salto em ruas íngremes como as dos Jardins é uó pra qualquer pé. Ninguém merece.

6 – Vou comprar a garrafa do concorrente da Chandon.

7 – Fomos para uma festinha muito melhor num apê de outros amigos. Bebemos ótimos vinhos.

8 – Li num site aí que tudo foi feito para proporcionar bem-estar e sedução. Bem, eu não me senti nem um pouco seduzida. Talvez abduzida.

9 – Se você foi, deixe seu comentário aqui. Espero que tenha tido mais sorte que a gente.

10 – Vou beber antes de chegar nessas festas. Porque às vezes, a ignorância é uma benção. Você fica menos atenta a detalhes como estes, se diverte mais e põe até foto do lugar no post.

Obs.: este post é uma homenagem ao meu amigo Gui. Parabéns atrasado Gui! Uhu!


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O do bigode que tape os ouvidos.

E vem coisa por aí, meus caros leitores. Este blog tão querido não poderia deixar passar batido este acontecimento. Quem anda acompanhando os ocorridos no mundo da política do nosso país, ainda tem estômago e forças para ver alguma coisa acontecer, vai gostar de saber que nem todo mundo está apático só vendo programa de televisão. Tá aqui o nosso blog amigo (tá lá no nosso blogroll), o Truísmo, que não nos deixa mentir, quando cobriu o movimento Fora Sarney no Twitter.

O lance todo, que começou alí, ao clique do mouse, está tomando forma e esquentando a chapa nas ruas, como diriam nossos amigos do balacobaco. Assim sendo, no dia 15 de agosto, a partir das 14 h, em várias capitais do Brasil, vai acontecer a tão necessária Passeata Nacional. Uma mobilização contra o presidente do Senado José Sarney e polítocos envolvidos em esquemas de corrupão, nepotismo, atos secretos, mensalão e com passado sujo. Aliás, a nossa terra brasilis, que adora copiar países de 1º mundo, deveria copiar isso também: político que comete atos contra a lei e contra a população brasileira, nunca mais pode ter cargo público ou se eleger.

Quem comparecer deve levar uma máscara cirúrgica, como as usadas para se proteger da “gripe suína”, escrita com a frase “Fora Sarney!”

Confiram os locais das manifestações:

fora_sarney1

Fonte: Almanakut


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Tô bege com quatro letrinhas!!! S.E.X.O.!!!

sexocopy21

Galera, bizarrices a parte, esta é até bem interessante. Vocês concordam que falar de sexo é bom, mas o que me dizem de colocar tudo isso num site? Bem, meus caros. Isso é possível graças ao Bedposted. Uma espécie de orkut ou facebook do sexo. O site cria um verdadeiro histórico da sua vida sexual. Isto é, pra quem tem alguma. Já ouvi tanta maluquice que se alguém chegar dizendo que não gosta de “afogar o ganso” ou de “molhar o biscoito”, eu nem me espanto mais.

Bom, voltando a sacanagem, quero dizer, ao site, hoje em dia tem de tudo no ciberespaço. Por exemplo, achei um hoje sobre escanear sandubas. Gente, só tem seqüelado depois do www. Depois eu falo sobre esse.

Agora voltando mesmo ao site. Lá vocês dão todos os detalhes da sua noite de Kama Sutra. Tem até calendário para mostrar quando aconteceu o “rala e rola”. Credo! Que meda! Vocês também pode colocar a duração e fazer um ranking da performance. Ah, e vocês ainda tem a estatística: com média mensal, anual. Gente, o lance é de outro mundo. Vale até para o nosso velho conhecido “trabalho manual solitário”, ou “alone sex”, ou seja, masturbação mesmo. Pronto disse.

Agora vem o alívio. Quem criou o site garante sigilo total das informações no site. Ao contrário do Orkut, não rola de compartilhar dados. Cada um vê o que é seu. Vocês acreditam nisso? Pois é, a pulga atrás da orelha fez um ninho de tanta interrogação. Ah, e o lance todo é que nem o esquema do orkut no início, tem que cadastrar o e-mail e receber o convite. E então? Vai encarar? Se joga!