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Tem Mistureba em dose dupla nesse findi.

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De carona no teatro móvel.

Esta história aconteceu no chuvoso sábado passado, dia 25 de agosto, em Sampa, quando eu decidi colocar a roupa para lavar. Dentre essas roupas, estava justamente aquele meu casaco tipo “filho único”, que me protegeu do frio durante muito tempo, logo eu passei por um frio daqueles neste mesmo sábado quando ele foi encarar a lavanderia. Mas eu não tive escolha, gente. Tava tudo sujo mesmo. Mas, como o frio não dava trégua, eu tive que fazer o que? Novas compras. E a central de lojas escolhidas, vulgo shopping center, foi o Paulista. Logo ali no Paraíso e início da Avenida Paulista. Mas antes das aquisições eu resolvi andar, e dei de cara com este ônibus incrível. Ah, se todos os ônibus fossem assim… Gente, tava rolando uma peça de teatro bem na Paulista. Tem noção da moral? E eu, sempre com as antenas ligadas, fui lá perguntar né. Me misturar com o povo e tal. Eu na verdade queria entrar no ônibus, mas os passageiros que entraram primeiro e pagaram ingresso, tinham seus privilégios. Eu teria que voltar em outra hora e com ingresso na mão. O grupo teatral em questão é a Trupe Sinhá Zózima. Conversando com a Evie, uma das responsáveis, o grupo estará pela terra da garoa com a sua peça móvel. E é móvel mesmo gente. O ônibus tinha motorista, sonoplastia feita por um dos integrantes que ficava em cima do veículo e tudo mais. Bicho, como era legal tudo aquilo. E olha que sou chata pra teatro hein. Não é qualquer coisa que me faz ficar sentada para assistir uma galera fantasiada. A história que se passava no ônibus? Ah, isso é melhor você pegar o seu ingresso, pois eu acho que este é o último final de semana deles aqui. Vejam as fotos que tirei com o celular.

Ah, detalhe: ainda nem peguei a minha roupa na lavanderia.

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Que vacilo! “O passado sussurrou no meu ouvido” ficou no vácuo por um dia.

É galerinha querida! O nosso estimado bloco “O passado sussurrou no meu ouvido”, com as melhores pérolas das décadas passadas em termos musicais ficou no atraso por um dia. Como vocês que já acompanham há algum tempo, ele rola na última terça-feira do mês. Pois é, pessoal. O mês de julho está no fim.

Bom, essas coisas acontecem né. Mas hoje não tem como vocês escaparem. Até porque, o grupo que eu separei é de arrepiar, ou melhor, foi com esta incrível e marcante música. Até porque a moçoila cantava em francês. Nessas festas regadas à bala Juquinha ela toca bastante.

Pois bem, Desireless é a bola da vez depois da metade da décade de 80, a música “Voyage, Voyage”, tocou e tocou e tocou até você gravar na cabeça, pelo método do embromation, aquelas frases e rimas misteriosas que ela cantava. Vou parar de escrever por aqui pra todo mundo curtir o clipe.

Site oficial aqui.


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15 anos sem rir com ele. Saudoso Kid Mumu da Mangueiris.

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É minha gente! Lá se vão 15 anos sem as suas risadas e piadas. No twitter, por exemplo, tá rolando uma homenagem com a tag #mussumday. O Mov.E. também quer prestar a sua colocando aqui vídeo da época dos Trapalhões. E como dizia o saudoso Mumu: vou me pirulitar pra vocês assistirem.

Quer saber mais sobre a história do Mussum? Clica aqui.


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Elvis e Madona. Enfim juntos.

Não é piadinha do além não, gente. O título fala do novo filme do cineasta Marcelo Laffitte, que deve ser lançado somente no ano que vem, ou seja, 2010. Falta pouco né. O cara já foi diretor assistente de nada mais nada menos que Fábio Barreto. O longa fala de uma relação amorosa bastante incomum (pelo menos para mim né) entre uma trava e uma lésbica. Adivinha quem é o Elvis e quem é a Madona. Piração total? Confere aí no trailer ó.

A dica é do Geraldo. Valeu Gê! Uhu!


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Dj em estado líquido.

Caros leitores, como vocês sabem, a gente aqui no Mov.E. costuma observar muito as coisas que acontecem pelas ruas do nosso Brasil e do mundo. Tirando o Rio e Sampa, as outras regiões e o restante do globo terrestre a gente deixa a cargo dos nossos colaboradores, claro. Viajar pelo mundo a fora e mostrar tudo aqui é um desejo nosso, mas por enquanto temos que nos contentar em mostrar as coisas que acontecem na esquina da nossa casa. Observadores são assim: não perdoam nem saco de lixo quando foi tirado na hora diferente do normal.

Outro dia eu fui fazer compras no supermercado. Vou fazer um merchan aqui sem querer, tá bom. O supermercado em questão era o Pão de Açúcar. Um que fica na Domingos de Moraes, ao lado do Largo Dona Ana Rosa. E como estou numa fase de música eletrônica, um artigo muito interessante não conseguiu fugir dos meus olhos. Então, eu sapequei o meu celular do bolso, no melhor estilo “Aha! Te peguei” e tirei a foto deste artigo cujo o nome é Dj. Espia aí pra não dizer que estou mentindo hein.

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Não é o português da padaria.

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Gente, eu não sei quanto a vocês mas ando pisando em ovos quanto ao nosso portuga. Não estou falando daquele da padaria e sim da nossa língua materna. Agora, com esta nova ortagrafia, que eu ainda não tive tempo de compreender (porque decorar como no colégio vai ser f.), as sinapses dos meus neurônios estão iguais quando eu vou tomar umas caipirinhas com os meus amigos no boteco da esquina: muito lento ou lendo que nem criança quando está fazendo as suas primeiras descobertas com a língua. Hoje mesmo eu fui escrever a palavra freqüenta, que nos meus tempos de memória ágil, existia o trema para que fosse possível a pronuncia da letra “U”. Só que eu ouvi dizer por aí que o trema morreu. Este ano foi decretada a sua morte, e para meu desespero, eu não sei se é uma ação definitiva. As vezes eu me pegava falando, tipo assim: “frekenta”. Sacou o drama? Pois é, minha gente. Um sinal ortográfico tem vantagens que nós, humanos, não temos: ressuscita. E por decreto de lei federal se for preciso. Já pensou se a gente pudesse fazer isso com gente? Tenho certeza que a população, quase sempre avessa à vida política, iria se mobilizar na porta da prefeitura ou governo do estado mais próximo, com passeatas, carreatas, placas, cartazes, com um abaixo-assinado enooooorme e uma lista de nomes prioritários para a grande volta. É minha gente. Chico Xavier ia ficar de bobeira só olhando tamanha mobilização. Aqui no nosso país acredito eu que no topo da lista seria a Elis Regina, já no exterior eu não preciso nem dizer quem seria né. E olha que já estão fazendo do jeito mais rebelde que existe: sem permissão mesmo. “MJ is alive”.